quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

SIEAP reage à sua não participação na 1ª reunião da tabela

Há pouco mais de dois meses, conforme anunciámos na altura, subscrevemos com a EDP o processo de adesão ao ACT, que nos permite participar nas reuniões de discussão das tabelas salarial e outras discussões sobre o ACT/EDP. 
Desde início que o processo andou enrolado, ou porque faltava a Fundação assinar, ou porque o administrador que tinha assinado tinha passado a ser outro… Tudo bem… É a EDP quem decide quem assina. 
Em 6 de janeiro voltámos a assinar a documentação e pedimos ao responsável da empresa que fosse enviada a documentação por correio expresso de avião para o Eng Setas (então no Brasil), o que daria celeridade ao processo. Afinal o processo ainda nem terá seguido para o Ministério… 
Ontem tentámos entrar em contato com o responsável da empresa, sem sucesso… 

Consequências 
Porque o processo ainda não saiu da EDP, não há nem houve até ao momento em que emitimos esta comunicação qualquer contato desta que pudesse justificar a falta de convite à participação do SIEAP no processo, dá-nos o direito, a todos os associados, de pensar que a Empresa não quer negociar as propostas que formalmente apresentamos no início de dezembro, pp. 

As nossas propostas podem não ser “convenientes” para a Empresa… 
Claro que podem… 
Mas têm suporte nos trabalhadores porque um universo muito mais largo que o universo dos associados respondeu afirmativamente às nossas propostas que entendemos ser esse o seu sentimento. Se assim é, porque não negociar em função das pretensões das trabalhadoras e dos trabalhadores? Elaborámos já e enviamos à empresa o devido protesto que não deverá cair em saco roto e exortamos aquela a alterar os seus procedimentos nomeadamente os que se relacionam com as instituições como a nossa que representa trabalhadores; afinal como dizem ser, o maior capital da empresa. 
Lutaremos para ir a tempo de podermos dar o nosso contributo para uma tabela salarial justa mas, também intervir em cláusulas de expressão pecuniária, tão importantes para muitos trabalhadores. Se a situação permanecer teremos de tomar novas atitudes! 

VAMOS CONTINUAR A AUMENTAR A SINDICALIZAÇÃO NO SIEAP 
VAMOS GANHAR MAIS FORÇA 
CONVIDA OS TEUS COLEGAS A SINDICALIZAREM-SE NO NOSSO SINDICATO 
25 de janeiro de 2017

SIEAP explica porquê 50€

SIEAP explica proposta de tabela em vídeo

Vídeo do SIEAP explicando a proposta de redução para as 35h

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Central Térmica de Sines e concessões BT levam SIEAP a ir reunir com ministério da Economia


O SIEAP esteve hoje em reunião no Ministério da Economia para discutir situações relacionadas com a Central de Sines mas também relativas às concessões de energia em baixa tensão nos municípios.
Trata-se de uma boa iniciativa, do novo sindicato, num momento em que surgem novas notícias quanto ao preço do carvão e a questões ambientais. Por outro lado a AR irá aprovar em breve a nova lei sobre as concessões de energia em baixa tensão nos municípios.
Iniciativas de quem não espera acontecer!
Na foto, da esquerda para a direita, Cláudio Santiago (presidente do SIEAP), João Damas (dirigente do sindicato e membro da CT da Produção), Carlos André (dirigente do sindicato e trabalhador de empreiteiro), Vítor Franco (dirigente do sindicato e membro da CT da Distribuição) e Egídio Fernandes (dirigente do sindicato)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Portugal e Marrocos adjudicam estudo sobre ligação eléctrica submarina

Notícia jornal Público
O Governo anunciou nesta segunda-feira que a realização do estudo de viabilidade técnica e económica da futura interligação eléctrica entre Portugal e Marrocos foi entregue a um consórcio internacional do qual fazem parte o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores - Tecnologia e Ciência (INESC – TEC), e as consultoras Deloitte e Det Norske Veritas (esta última sediada em Oslo, Noruega).

O projecto foi adjudicado por 185 mil euros, segundo os dados divulgados pela secretaria de Estado da Energia. “A adjudicação resulta de uma decisão conjunta” de Portugal e Marrocos, revelou uma nota de imprensa do gabinete do secretário de Estado da Energia Jorge Seguro Sanches.

“Esta interligação permitirá a Portugal, numa fase inicial, potenciar a exportação de energia renovável e, em simultâneo, garantir flexibilidade e segurança de abastecimento e reforçar a competitividade da economia nacional”, refere o comunicado.

No Verão, durante a apresentação em Lisboa do relatório “BP Estatistical Review of World Energy”, de 2016, o secretário de Estado da Energia disse contar que o custo desta interligação a Marrocos – com uma capacidade de transmissão de 1000 megawatts - rondasse 200 milhões de euros.

A concretizar-se, a construção da interconexão submarina a partir do sul do país servirá para que Portugal exporte energia eléctrica para Marrocos. Numa primeira fase, em que Marrocos (que já tem ligação a Espanha) tem uma produção eléctrica deficitária e preços muito elevados, Portugal posicionar-se-ia como vendedor, mas, no futuro, estaria obrigado “a ser competitivo”, dado o enorme potencial de produção solar do Norte de África, disse o secretário de Estado ao PÚBLICO, em Março.

sábado, 10 de dezembro de 2016

SIEAP defende aumento salarial de 50€ igual para todos

A Direção do SIEAP defende aumento salarial de 50€ igual para todos, no documento que colocou à votação das e dos associados. Outra inovação assinalável é a alteração do conceito de subsídio de penosidade pois custando fisicamente igual a todos o valor do subsídio deve também ser igual. Confira nas imagens abaixo:






quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

ANTE-PROPOSTA TABELA SALARIAL EDP 2017

Foi enviado para todos os associados uma ante-proposta de tabela salarial 2017, via e-mail. 
Pretende-se que esta seja construída democraticamente pelo que os associados devem fazer propostas. 
Todas as propostas serão submetidas a votação secreta através de plataforma eletrónica.
Após a votação dos associados o SIEAP tornará pública a sua proposta para a mesa de negociações.
ASSOCIA-TE NO SIEAP-Sindicato das Industrias, Energia e Águas de Portugal - O SINDICATO ONDE TU DECIDES DEMOCRATICAMENTE.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

SIEAP lança site e facebook


O SIEAP lançou o seu site na net, http://www.sieap.pt/ , tal como a sua página de facebook. O Sindicato, que surge em rápida progressão, lançou a versão experimental do site desenvolvendo a sua comunicação com os trabalhadores.
O link do facebook pode ser encontrado aqui: https://www.facebook.com/SIEAPPortugal/?fref=ts

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Comunicado Asosi: E o acordo aqui tão perto!...

Queremos que a empresa subscreva o Protocolo, desta nova negociação conforme acordo da maioria dos Sindicatos (no tempo de 8 dias para todas as coisas!...). 
Uma alteração que a EDP na negociação do ACT2014 sempre sugeriu. O peso da burocracia e a incerteza das informações, que eram pedidas no anterior sistema, foi sempre um dos argumentos da empresa, que com alguma informalidade falava em proposta mais vantajosa para os trabalhadores. Oportunidade desaproveitada!... 
A ASOSI sempre preferiu a mudança de paradigma nesta matéria negocial e por isso a introdução da cláusula 110ª veio permitir esta discussão, embora tardia, e que lamentamos que uns ainda estejam agarrados ao passado, sabendo que a cláusula 108ª do ACT excluía quase 50% dos trabalhadores deste subsídio. 
Valores propostos pela empresa com majoração de 10% no 2º filho e seguintes:

Comunicado Sindel: SUBSÍDIO DE ESTUDO A DESCENDENTES 45% DOS TRABALHADORES FICAM DE FORA…

Enquanto no Auditório da nova sede decorria uma conferência sobre o país do maior acionista da empresa, tinha lugar (numa sala de reuniões em que não cabem, em condições de conforto, todos os elementos que compõem as comissões dos vários sindicatos) mais uma reunião plenária para negociação do subsídio de estudo para descendentes.
Foi ontem, dia 26 de outubro de 2016, um dia que para nós fica na História (e que triste História): a EDP, claramente imbuída já do espírito do centralismo
maoísta, tomou a posição surpreendente de apresentar uma proposta final (não muito diferente da sua proposta anterior, já rejeitada pelo SINDEL) e declarar que a negociação não só não passava deste dia como, se os Sindicatos não aceitassem a sua proposta, a Empresa aplicaria por ato de gestão o que está no
ACT, mesmo com o reconhecido texto indevidamente publicado e incompleto! O que, na prática, retira a 45% dos trabalhadores elegíveis o direito ao benefício contratual do Subsídio de Estudo.
OBVIAMENTE QUE O SINDEL REJEITOU esta posição unilateral da EDP! Porque é injusta; e porque não houve um único associado do SINDEL que nos transmitisse uma opinião positiva sobre esta proposta!
O que se passou nesta reunião não é para esquecer mas é indigno de ser relatado. No entanto – e já que o clima está alterado – abramos uma exceção e contrariemos os nossos princípios.
Para vos dizer, caros associados, da arrogância e prepotência; do desprezo pelas posições e pelas intervenções dos representantes dos trabalhadores – que mais não fazem do que veicular a opinião destes;
da imposição pura e simples de condições; da clara manifestação de um repentino ataque de surdez profunda… Um comportamento intolerável, que vai contra todos os modelos que devem nortear o relacionamento entre uma empresa e os seus trabalhadores!
Perante isto, a delegação do SINDEL levantou-se. Mas ainda ficou na sala o tempo necessário para confirmar que – após uma hora de silêncios e discórdias – o que nesse preciso momento se iniciava era mesmo o sinal de que os “ventos de mudança” sopram arrasadores. As voltas que a vida (e a postura nela) dá…
Ao que julgamos saber a maioria dos restantes sindicatos presentes deu o acordo à proposta da EDP.

Comunicado Fiequimetal: ADMINISTRAÇÃO FOGE A ACORDO COM OS TRABALHADORES

"Na reunião plenária realizada dia 26/10/2016, para a negociação do subsídio de estudo a descendentes de trabalhadores e reformados, a CN/EDP voltou a esconder‐se atrás da posição de que o acordo teria de ser com a totalidade das CNS’s ou não haveria acordo, informando que, nesse caso, a Administração aplicaria, por acto de gestão, as clausulas 109 e 110 do ACT, o que levará ao afastamento de cerca de metade dos 1200 trabalhadores com direito a subsídio. 
A CNS/FIEQUIMETAL questionou a CN/EDP sobre qual era posição da Administração em relação aos dois pontos que tinham ficado pendentes da discussão da sua ultima proposta. Em resposta, a CN/EDP informou que poderia alterar a sua posição, o que fez, passando a majoração para segundo filho e seguintes para 10% (posição anterior da CN/EDP era de apenas 5%) e o limite do último escalão de vencimento para os 2650 €, caso existisse compromisso de que o acordo seria alcançado com todas as partes, o que ainda assim não se verificou, pois uma das CNS presentes entendeu não dar o seu acordo. 
A CNS/Fiequimetal, tendo em conta a aproximação da CN/EDP ao que tínhamos reivindicado, afirmou estar em condições de fechar acordo, por forma a desbloquear esta questão, no sentido de garantir a universalidade do subsídio e o seu pagamento urgente.
Perante a intransigência da CN/EDP, informámos que iremos consultar os trabalhadores e, com eles, tomar as iniciativas que se entendam ajustadas a este processo que consideramos, no mínimo, sinuoso. 
Não aceitamos que pelo simples facto de algumas organizações sindicais decidirem não chegar a acordo devam os trabalhadores ficar lesados, ao mesmo tempo que nos é imposta limitação à nossa autonomia sindical. Responsabilizamos a Administração pelo fracasso deste processo. 
A CN/EDP disse que iria transmitir à Administração da EDP a nossa posição nesta reunião e que nos informaria da sua decisão no prazo máximo de 8 dias".