segunda-feira, 30 de março de 2015

Administradores da EDP ganharam 6 milhões de euros no ano passado

Notícia expresso.sapo.pt
"As remunerações do conselho de administração executivo da EDP cresceram 19% em 2014, com António Mexia a ampliar o seu rendimento bruto para 1,15 milhões de euros.

A remuneração global do conselho de administração executivo da EDP ascendeu em 2014 a 6,29 milhões de euros, mais 19% do que no ano anterior, revela o relatório de governo da sociedade que a EDP publicou esta quinta-feira na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), no âmbito da convocatória da sua assembleia geral de acionistas para 21 de abril.

Com sete elementos, tal como no ano anterior, a administração executiva da EDP continuou a ter como gestor mais bem pago o presidente, António Mexia, que em 2014 arrecadou 1,15 milhões de euros, depois de em 2013 ter auferido um total de 988 mil euros.

No que concerne à remuneração do presidente executivo, António Mexia manteve em 2014 os 738 mil euros de vencimento fixo anual, mas a componente variável aumentou de 251 mil euros em 2013 para 410 mil euros em 2014.

A remuneração variável anual dos administradores executivos da EDP pode atingir 80% do valor da remuneração fixa e está dependente de vários fatores. O valor a atribuir a título variável depende do desempenho do retorno acionista da EDP em relação aos índices Eurostoxx Utilities e PSI-20, mas é também determinado por resultados como o crescimento da margem bruta e do lucro da EDP. Além disso, há ainda uma avaliação individualizada do desempenho de cada gestor.

Quanto ao vencimento dos membros do Conselho Geral e de Supervisão (órgão onde estão os representantes dos acionistas, mas sem funções executivas), manteve-se no ano passado na casa de 1,7 milhões euros, continuando a ter Eduardo Catroga (o presidente) como o membro mais bem pago, com 490.500 euros, tal como em 2013."

sexta-feira, 27 de março de 2015

Manuel Sebastião, da Autoridade da Concorrência (AdC) para a REN ??? !!!


Manuel Sebastião deixou a Autoridade da Concorrência em 2013.Notícia e foto expresso.sapo.pt

"Manuel Sebastião, que foi presidente da Autoridade da Concorrência (AdC) entre 2008 e 2013, foi proposto pelos acionistas da REN - Redes Energéticas Nacionais para integrar o próximo conselho de administração da empresa, para o triénio de 2015 a 2017.
A entrada de Manuel Sebastião na administração da REN deverá ser aprovada na assembleia geral que a empresa gestora das redes de eletricidade e gás natural realizará a 17 de abril, em Lisboa, e que formalizará a entrada de Rodrigo Costa como novo presidente da REN.
Manuel Sebastião é consultor do Banco de Portugal desde setembro de 2013 e professor de Economia na Universidade Católica de Lisboa, mas antes, entre março de 2008 e setembro de 2013, presidiu a Autoridade da Concorrência.
No ano da sua saída, o Governo português aprovou uma nova lei-quadro para as entidades reguladoras que, entre outras disposições, estipulava um "período de nojo" de dois anos para os dirigentes, impedindo-os de nesse prazo exercerem funções em empresas abrangidas pela entidade reguladora por onde passaram.
A lei-quadro, aprovada em julho de 2013 e publicada em agosto desse ano, esclarecia, contudo, que as incompatibilidades se aplicavam apenas "aos titulares dos órgãos das entidades reguladoras que venham a ser designados ao abrigo da lei-quadro".
Manuel Sebastião, que segundo a REN é detentor de mil ações da empresa, apenas apreciou, durante o seu mandato na AdC, uma operação envolvendo a empresa onde agora vai entrar. Foi no início de 2011, quando o regulador aprovou a tomada do controlo, por parte da REN, dos gasodutos entre Campo Maior, Leiria e Braga e entre Braga e Tuy (Espanha), infra-estruturas em cujo capital também participava a espanhola Enagás.
Na administração da REN Manuel Sebastião irá desempenhar as funções de presidente da comissão de auditoria. Segundo a proposta da comissão de vencimentos da REN, o ex-presidente da AdC deverá ter direito a uma remuneração bruta anual de 75 mil euros.
REN afinal não terá dois presidentes
proposta para a assembleia geral  de 17 de abril prevê que o conselho de administração seja presidido por Rodrigo Costa, que já está a exercer funções de presidente executivo, desaparecendo o nome de Emílio Rui Vilar, que desde o ano passado assumiu a liderança da REN, após a renúncia de Rui Cartaxo.
No ano passado chegou a estar prevista a continuação de Rui Vilar como presidente não executivo ("chairman") da REN a partir de 2015, deixando a presidência executiva para um outro gestor (que viria a ser Rodrigo Costa). Mas a nova administração, ainda sujeita a aprovação em assembleia geral, deixa de contar com Rui Vilar, ficando Rodrigo Costa como único presidente.
O conselho de administração que deverá ser aprovado no próximo mês pelos acionistas da REN mantém como executivos Gonçalo Morais Soares e João Conceição e inclui como administradores não executivos três representantes da State Grid of China (dona de 25% da REN) e um da Oman Oil (que tem 15% da empresa).
Na administração continuará ainda Manuel Champalimaud (maior acionista português da REN), bem como o advogado José Luís Arnaut."
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ex-presidente-da-autoridade-da-concorrencia-vai-para-a-administracao-da-ren=f917280#ixzz3VdYZVAl4

quinta-feira, 26 de março de 2015

Avaliação de desempenho - informação do SIESI

"Verificadas que foram algumas dificuldades de perceção do resultado do processo de avaliação, particularmente no que se refere à correspondência do resultado obtido aos pontos previstos para efeitos de evolução para a BR seguinte, o que se agrava pelas insuficiências de informação e até de conhecimento do processo nas reuniões denominadas como de “feedback”,   damos nota:

Avaliação
Pontos para Progressão
Grupo
7 – Contribuição de referência
2
C
6 – Contribuição de excelência


5 – Contribuição elevada e sólida
1,5
B
4 – Contribuição acima do desejável


3 – Contribuição desejável
1,2
A
2  - Contribuição próxima do desejável
0

1 – Contribuição inferior ao desejável
0


Chamamos a atenção que as situações de nota 1 e 2  podem, e devem, solicitar a intervenção do Sindicato no processo.

A reclamação é possível em todos os resultados, nomeadamente se a reunião com o avaliador não for clara quantos aos factos que efetivamente considerou para a sua notação. Este não pode ser um processo de subjetividade, o que em muitas situações só poderá ser evitado com a intervenção do trabalhador. Atenção às datas para reclamar e à forma de o fazer:

·         Na ficha do avaliado vai-se à ficha de avaliação de objetivos. Nesta, na sua parte final, há um campo que pode ser preenchido e que se denomina Comentário objetivos. Neste espaço (parte do “colaborador”) é feita a reclamação (motivos da discordância). Após o ter feito guarda recorrendo ao campo no principio da página. Volta novamente à página de agenda de processos e clica no   campo referente a desacordo. Outro procedimento pode levar á não consideração da reclamação para análise.

Este sistema não facilita a reclamação do trabalhador, o que poderá não ser inocente. Mas, o Sindicato estará disponível para poder apoiar as reclamações e poder fornecer outras informações.

Em 2014 o processo, no que se refere à contagem de pontos para a futura subida, é aplicável a quem subiu de BR em 2014 (1 de Janeiro). Aos trabalhadores que ainda, com a bonificação de um ano, não passaram para nova BR ou a obtiveram a 1.1.2015, este sistema ainda não será considerado para esse efeito. Claro que o será para outros, nomeadamente os que têm ocorrido em anos anteriores, se tal vier a ser decidido pela empresa ( “Distribuição de resultados”).

Aos trabalhadores que foram integrados no ACT apenas em 2014, o acima dito é aplicável com as regras que emergiram do ACT e que resultaram no seu enquadramento/ ACT 2014.

Para qualquer esclarecimento complementar, contactem os Dirigentes e Delegados Sindicais."

terça-feira, 24 de março de 2015

Governo altera modelo de actualização das tarifas reguladas de luz e gás

O governo acaba de anunciar que as tarifas reguladas serão sempre mais caras que as do mercado livre. Ou seja, o governo anuncia que a tarifa regulada será a forma de fazer subir sempre as tarifas comercializadas. O mito de que a privatização e a concorrência iriam fazer baixar os preços mostrou, mais uma vez, ser um embuste.

Notícia Jornal Público
"No próximo dia 1 de Abril não vão ser actualizadas as tarifas transitórias do gás e da electricidade. A garantia é do secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, que revelou ao PÚBLICO que o Governo pediu à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) que crie uma “metodologia com uma periodicidade e uma lógica que será definida em portaria” e que virá susbtituir as actuais revisões trimestrais das tarifas reguladas.

O objectivo é que esta metodologia, que só estará pronta no Verão, esteja ligada ao ritmo de transição dos clientes ainda em mercado regulado para o mercado liberalizado, diz Artur Trindade. “A ideia de um ritual [trimestral] de actualização não se justifica”. A metodologia “mais correcta” tem de estar ligada à mudança de mercado e garantir de “uma forma automática e mais suave um incentivo para as pessoas mudarem”, continua, sem entrar em detalhes.

“Se a tarifa está mais alta [que a dos comercializadores em mercado], se as pessoas estão a sair a um bom ritmo por mês, não há necessidade de estar com mais factores de agravamento”. Mas se o ritmo diminuir, ou “se virmos que não vamos atingir o calendário que propomos [extinguir o regime regulado em 2017], então o factor de agravamento poderá aumentar”, contrapõe. O secretário de Estado defende que quanto mais alto estiverem os preços regulados, maior tendência terão os comercializadores para subirem as suas próprias ofertas.

Que factor de agravamento será utilizado e se estão em causa revisões mensais, trimestrais, semestrais ou mesmo anuais, o governante não esclarece, a única certeza é que “os preços [regulados] de gás e electricidade serão sempre piores” do que aqueles que existem em mercado. Consoante as ofertas dos comercializadores e os tipos de contrato, podem estar em causa diferenças de preço de 2%, 5% ou mesmo 6%, ou “condições mais vantajosas” consoante se contratem serviços de luz e gás, refere.

O importante com a nova metodologia (cuja criação ficou plasmada num decreto-lei publicado em Janeiro) é conseguir-se “criar um equilíbrio” em que as pessoas continuem a sentir o incentivo da mudança, mas não se sintam obrigadas “a mudar à força”. O “objectivo da nova metodologia não é agravar mais as tarifas, pois há factores que determinam a saída e não estão relacionados com o preço”, podem ser pura inércia, falta de informação, dívidas por regularizar, contenciosos em tribunal para acertos e devoluções, ou morosidade na contratação no caso da Administração Pública, enumera Artur Trindade.

E sublinha que o facto de se eliminar esta revisão “pré-determinada na regulamentação”, substituindo-a por uma metodologia a definir por portaria, também obrigará as empresas a serem mais competitivas nas suas ofertas: “Ao ‘desritualizar-se’ a obrigatoriedade de aumentos e remeter a data para uma portaria a publicar de acordo com as condições de mercado”, as empresas deixam de ter a revisão trimestral como referência para definir os seus preços. Artur Trindade sublinha que com o novo diploma, fica proibida a indexação dos preços em mercado às tarifas transitórias e os operadores sujeitos ao regime sancionatório da ERSE e diz que se está a retirar margem às empresas para "intimidarem os clientes" com argumentos "sobre o fim do fornecimento" ou "sobre aumentos desmesurados".

O novo modelo de actualização das tarifas acompanha o alargamento do prazo de vigência das tarifas reguladas, que o Governo estendeu até 2017 (a portaria será publicada em breve), apesar de se ter comprometido com a troika a concluir o período transitório para os clientes domésticos já no final deste ano. As receitas geradas pelo novo factor de agravamento das tarifas reguladas continuarão a reverter para os sistemas nacionais de gás e electricidade, refere o decreto-lei de Janeiro.

Fora disto, está a tarifa social para mais de 500 mil famílias, que não tem qualquer restrição ou período transitório, sublinhou o secretário de Estado. E outra coisa diferente será também a publicação, a 15 de Abril, da proposta tarifária da ERSE para o chamado ano gás (que começará a 1 de Julho). É nestas que o Governo quer ver aplicado o desconto de 3% a 5% nos preços (dependendo do tipo de contrato) graças à contribuição extraordinária a aplicar aos contratos de gás natural da Galp (50 milhões de euros ano, até 2017).

As tarifas transitórias são revistas trimestralmente para acomodar efeitos como o custo da energia ou as condições de mercado (leia-se o ritmo de crescimento do mercado liberalizado), mas frequentemente a actualização tem efeito nulo. Desde a criação do período transitório, as tarifas do gás apenas subiram no início do primeiro trimestre de 2013 e no início do primeiro trimestre de 2014. Nas da electricidade não houve alterações. Estas revisões trimestrais diferem das actualizações anuais das tarifas de redes e uso global do sistema que são pagas por todos os consumidores e que no caso da electricidade acontecem em Janeiro e, no gás natural, em Julho."

segunda-feira, 23 de março de 2015

EDP alerta clientes para site fraudulento

Notícia LUSA/SOL
"A EDP alertou hoje para a existência de um sitio da internet fraudulento que usa a sua identificação electrónica e aconselhou os seus clientes a não o utilizarem nem lhe fornecerem dados pessoais.
"A EDP soube hoje da existência de um website fraudulento, de origem desconhecida, que usa o endereço www.edp-pt.net para um ataque de phishing. A EDP alerta os clientes para que não utilizem nem forneçam qualquer dado pessoal através do mesmo", diz uma nota oficial.
A mesma fonte assegura que os clientes "podem no entanto continuar a aceder, de forma segura, a todos os sites EDP, designadamente ao corporativo www.edp.pt e ao site da EDP Comercial www.energia.edp.pt". 
"Todos os links deste site fraudulento activam o download e instalação de um software malicioso (malware) que tem como único objectivo capturar credenciais ou outra informação confidencial dos clientes para posterior utilização fraudulenta", diz a nota da EDP.
A EDP já alertou os seus clientes para a situação, através dos seus sites, e está em contacto com várias entidades nacionais que colaboram na defesa da segurança de informação.
Lusa/SOL"

quarta-feira, 11 de março de 2015

Desde 2005, Alemanha remunicipaliza 72 empresas de distribuição de energia

Artigo publicado em publico.es e traduzido por esquerda.net
"Se falarmos de nacionalização e rede elétrica provavelmente a primeira coisa que nos virá à mente será a Bolívia, onde o Governo de Evo Morais nacionalizou recentemente várias empresas de transporte e distribuição de eletricidade. Em duas ocasiões, a repercussão mediática em Espanha foi muito ampla porque as multinacionais proprietárias destas redes eram espanholas. A empresa Transportadora de Eletricidade (TDE) que era propriedade da Rede Elétrica Internacional foi nacionalizadaem maio de 2012 e as distribuidorasElectropaz e Elfeo, anteriormente nas mãos da Iberdrola, foram nacionalizadas em dezembro desse mesmo ano. Alguns argumentos para propiciar um debate informado sobre estes processos, que não é o objetivo deste artigo, podem ser encontrados nos links anteriores.
No entanto, a decisão de numerosos municípios alemães de tornar pública a gestão das suas redes de distribuição elétrica tem tido bastante menos repercussão mediática. Num artigo recente falámos da mudança da produção elétrica na Alemanha para um mixbaseado em renováveis e de como os consumidores assumiram o custo desta transição. Neste texto, passamos em revista algumas das recentes remunicipalizações ocorridas na Alemanha.
Uma das localidades pioneiras na constituição de uma empresa de eletricidade municipal foi Schönau. Depois do acidente de Chernobyl em 1986, a convicção de um grupo de cidadãos de querer deixar de consumir eletricidade de origem nuclear levou à criação da empresa municipal de eletricidade EWS em 1994. Três anos depois, e após dois referendos públicos, a EWS ficou com a distribuição da eletricidade na localidade.
O recomendável documentário “O espírito de Schönau” sublinha como a consciencialização cidadã foi chave para o sucesso desta empresa. Numerosos concertos, conferências e visitas porta a porta conseguiram mobilizar a cidadania para lutar contra a máquina de comunicação da companhia, que operava a rede em regime de monopólio até então. A principal argumentação dessa companhia era que a recém constituída empresa municipal era formada por um grupo de ativistas que não saberiam pôr a funcionar a rede. Hoje, 17 anos depois, a EWS continua a distribuir eletricidade em Schönau a preços muito competitivos e é produtora de metade da energia que distribui, vetando a energia nuclear e favorecendo o fornecimento de energia de origem renovável. A EWS converteu-se, além disso, na primeira empresa de comercialização de energia verde para particulares e abastece atualmente 150.000 casas com a sua eletricidade.
Com este mesmo espírito, 72 empresas elétricas municipais foram criadas na Alemanha desde 2005 centradas na obtenção de melhores resultados quanto a impacto económico local, transição energética e proteção do meio ambiente. Objetivos que dificilmente podem alcançar-se deixando que todas as decisões sejam tomadas com base no livre mercado. Esta onda de remunicipalizações dá-se porque nos últimos anos estão a caducar muitas das concessões privadas que se concederam por um período de 20 anos. A maior destas remunicipalizações foi levada a cabo recentemente na cidade de Hamburgo, onde os cidadãos decidiram democraticamente remunicipalizar as redes de distribuição de eletricidade, gás e aquecimento doméstico.
Em Berlim também está a haver debate sobre a remunicipalização, ainda que a ideia não tenha vencido num referendo recente. Neste caso, os cidadãos queixam-se de que a empresa que fornece a eletricidade, a Vattenfall, baseia a sua produção exclusivamente em centrais de carvão, com a consequente contaminação associada. Além disso, o desenvolvimento das renováveis na capital alemã é praticamente nulo. Por último, a cidade de Stuttgart também viveu um processo de recuperação do controle público na gestão dos serviços. Em 2011, o Governo local recuperou a empresa pública Stadwerke Stuttgart e desde março de 2014 esta empresa está encarregada, juntamente com a elétrica EnBW, de administrar as redes de gás e eletricidade da cidade.
Extrato de artigo de Marta Victoria e Cristóbal J. Galegocolaboradores do círculo de Economia, Energia e Ecologia do Podemos, publicado em publico.es e disponível também em Observatorio Crítico de la Energía. "

terça-feira, 10 de março de 2015

Plenário Nacional de CTs do Grupo EDP

No início de Abril vai realizar-se um plenário nacional de membros de Comissões e Sub-Comissões de Trabalhadores das empresas do Grupo EDP.
Esta forma de encontro e debate, à qual o movimento "Estabilidade na EDP" é muito favorável poderá aferir um pouco melhor das opiniões dos trabalhadores quanto ao momento que se vive no grupo.
Os trabalhadores podem e devem comunicar com os seus colegas representantes expressando as suas opiniões no sentido destas também poderem chegar a este plenário.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

comunicado da Asosi

"Hoje dia 25 de fevereiro de 2015, a CNS/ASOSI deu o seu acordo à tabela salarial. A CNS/ASOSI, neste processo negocial tudo fez para que se unissem esforços no sentido de se atingir uma negociação justa. O contexto e o tempo de negociação, leva-nos a considerar que os valores acordados conferem a todos ânimo credível em motivação, no equilíbrio do Grupo EDP e confiança na defesa dos interesses de todos os trabalhadores. 
 1,00% na tabela e nas clausulas de expressão pecuniária. Na tabela BRs e LTs arredondamento ao euro superior. 
 185 € pagos de uma só vez, aos trabalhadores no ativo, que trabalharam mais de 6 meses, no ano anterior, sem faltas injustificadas e avaliação de desempenho ≥ “corresponde às espectativas”. 
 Distribuição de lucros será efetuada nos termos do ano anterior. "

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Acordo na tabela, comunicado Fiequimetal

Na reunião negocial de hoje foi finalmente possível concluir-se um acordo sobre as matérias da tabela salarial e outras rubricas de incidência pecuniária, para vigorar no ano de 2015.
Respondendo aos insistentes apelos feitos pela CNS/FIEQUIMETAL, a CN/EDP foi evoluindo no seu propósito inicial de não proceder a qualquer aumento este ano e, na reunião de hoje, foi possível assumir uma posição que possibilitou o acordo com a nossa CNS que, nos seus termos fundamentais, assenta nos seguintes pontos:
Remuneração-Base – 1,0%, arredondado ao euro superior;
Restantes rubricas de incidência pecuniária – 1,0%;
Prémio anual - 185 euros (pago de uma só vez aos trabalhadores que à data do acordo estejam no ativo)
Este prémio é atribuído a quem reunir os seguintes 3 critérios:
- Ter tido 6 meses de trabalho efetivo;
- Ter na Avaliação de Desempenho o mínimo de “Contribuição desejável”;
- Não ter faltas injustificadas.
Distribuição de lucros – nos mesmos termos dos anos anteriores.
Em relação à proposta da Fiequimetal de aumento dos valores máximos e mínimos na retribuição de trabalho por turnos, a CN/EDP declarou não ter condições nesta negociação para a aceitar, dado que houve um aumento na recente assinatura do ACT. Deixou porém esta possibilidade em aberto em futura revisão.
O mesmo fundamento foi apresentado para a proposta relativa aos valores para as BR’s, até 1000€, serem ligeiramente superiores.
A CNS/FIEQUIMETAL reconheceu que este acordo é positivo para os trabalhadores mas, no entanto, não deixou de considerar que a Empresa, pelas boas condições que reune, bem poderia ter ido um pouco mais além. Declarou ainda que se manterá atenta à evolução das condições económicas em Portugal e que, a ocorrerem situações que conduzam à degradação da atual situação, não deixará de exigir da Empresa uma intervenção reparadora. 
No verso publicamos os valores e tabelas agora acordados. CLIQUE AQUI

Acordo na tabela, comunicado do Sindel

No seguimento da deliberação do Plenário Nacional de Dirigentes e Delegados Sindicais da EDP, realizado ontem, 24 de fevereiro, em Coimbra, foi hoje estabelecido um acordo com a EDP quanto à atualização da tabela salarial e cláusulas de expressão pecuniária para 2015, nos seguintes termos:
Tabela Salarial – 1%, com arredondamento ao Euro superior; Prémio de Produtividade: €185,00 pagos de uma só vez a todos os trabalhadores no ativo à data da celebração do presente acordo, com mais de 6 meses de permanência ao serviço em 2014, sem faltas injustificadas e com avaliação de desempenho igual ou superior a adequado (contribuição acima do desejável, contribuição desejável).
Subsídios de Turno e folgas rotativas: acréscimo de 1 % aos atuais valores mínimos e máximos; Subsídio de Alimentação: €10,95 Distribuição de Lucros: A EDP vai propor à assembleia de acionistas uma distribuição de Lucros aos trabalhadores no ativo nas mesmas condições dos anos anteriores.
O SINDEL considera que a EDP deveria ter criado condições para que este acordo tivesse mais expressão. No entanto - e num cenário económico de alguma incerteza - foi considerado melhor para os trabalhadores assinar este acordo do que arrastar o processo. Aliás, considerando a posição inicial da EDP, que propôs um aumento de 0%, pode dizer-se que se cumpriu um caminho conducente a um resultado que ainda assim é meritório.
A empresa informou que o subsídio de férias de 2015 será pago com a remuneração de fevereiro.
O SINDEL continuará a negociar as matérias que complementam o novo ACT, nomeadamente a definição das áreas de serviço, já que muitas hierarquias, abusivamente, leram e aplicaram o que não estava escrito no ACT 2014.
Lisboa, 25 de fevereiro de 2015
CLIQUE AQUI E DESCARREGUE TODO O COMUNICADO

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Acordo de 1% na tabela + prémio de 185 euros, informação SIESI

"Tabela salarial – 1%, arredondado ao euro superior. Prémio de 185 euros, pago de uma só vez e nas condições dos anos anteriores Lucros também nos moldes dos anos anteriores." 
Amanhã haverá comunicados sindicais.
Informação SIESI

Rir com brincadeiras de mau gosto

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

EMPREGO: ELETRICISTAS PARA A EDP (ATÉ 9 DE MARÇO)

Electricistas (Q11_15) PT

FUNÇÕES:
 Área de Manutenção de Instalações Eléctricas e afins.

PERFIL:
- Habilitações ao nível do 9º ano (com experiência profissional) ou preferencialmente 12º ano dos cursos tecnológicos ou profissionais nas áreas de Electricidade, Electrotécnica, Electrónica ou afins;
- Recém formados ou com experiência na sua área de formação;
- Poderão ser considerados finalistas de 12º ano, desde que terminem a formação até Julho 2015;
- Carta de condução.

LOCAL: Várias vagas a nível nacional.

CONDIÇÕES:
- Possibilidade de integrar os quadros do Grupo;
- Formação Profissional inicial e contínua;
- Vencimento compatível com a função.

CANDIDATURAS  até dia 09 de Março 2015.

Inscrições: www.edp.pt  

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Tabela, comunicado ASOSI

" Como temos vindo a afirmar a EDP ao longo do tempo tem criado “músculo” económico e não tem havido retorno suficiente para os trabalhadores. 
A EDP tem recursos para pagar melhor aos seus colaboradores mantendo a sustentabilidade, tendo os lucros em 2014 continuado a ser significativos. Após ter insistido para que os Sindicatos evoluíssem as suas propostas e estes afirmassem que esperavam um sinal positivo da Companhia, a CN/EDP alterou a sua proposta para 0,8%. 
A CNS/ASOSI que perante cenários pouco positivos na negociação, já tinha balizado a sua posição, alterou a proposta para 1,20%. São ainda necessários alguns passos para o bom posicionamento do fecho negocial da tabela salarial para 2015. 
Próxima reunião quarta-feira dia 25-02-2015."

tabela, comunicado Fiequimetal

" Realizou-se hoje, 18 de fevereiro, a sexta sessão de negociação da tabela salarial'2015, para o Grupo/EDP.
A reunião iniciou-se com a Empresa a subir a sua proposta para 0,8%, referindo a intenção de se caminhar para uma convergência rápida.
A CNS/Fiequimetal reconheceu que, finalmente, a CN/EDP ganhou uma maior aceleração na evolução das suas propostas, e alterou a sua posição para 1,25%, afirmando ainda que esta sua nova posição é um contributo empenhado para que a empresa evolua de forma a, nos próximos andamentos, atingir um ponto de convergência que possibilite entendimento para acordo.
A CN/EDP declarou não ter condições para fazer hoje uma segunda evolução e apelou a um esforço na próxima reunião para que seja possível conciliar as posições das partes.
A CNS/FIEQUIMETAL espera que a CN/EDP na próxima reunião se apresente com capacidade de apresentar uma proposta de evolução significativa.
Face ao momento das negociações, a CNS convocou um Plenário Nacional de Dirigentes e Delegados para as 10 horas do dia 25, em Lisboa.
A próxima reunião negocial realiza-se às 15 horas do dia 25/02/2015 (quarta-feira).
Lisboa, 18/02/2015
A CNS/Fiequimetal "