Notícia Expresso e Notícias ao minuto:
O jornal Expresso cita hoje o ministro do Ambiente e da Energia, Jorge Moreira da Silva, segundo o qual o valor da eletricidade paga pelos 500 mil agregados familiares que se encontram numa situação económica mais vulnerável vai sofrer uma redução de 34%, "já a partir de janeiro de 2015, ano de eleições", beneficando 1,5 milhões de portugueses (15% da população) e representando um custo de 41 milhões de euros.
Entretanto, fonte do ministério do Ambiente disse à agência Lusa que deste valor, cerca de 25 milhões de euros serão suportados pela EDP e, destes últimos, 15 milhões de euros resultam dos cortes das rendas garantidas da EDP, ou seja, dos chamados Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC).
Os CMEC são compensações atribuídas à EDP pela cessação antecipada de contrato de longa duração, na sequência da liberalização do setor, e são financiados pela tarifa de uso global do sistema cobrada aos consumidores na respetiva fatura de energia elétrica.
O maior custo recairá assim sobre a EDP, mas também abrangerá a Endesa e as centrais elétricas da Turbogás e da Tejo Energia.
Nas declarações dadas ao Expresso, Jorge Moreira da Silva explicou ainda que o alargamento dos descontos na eletricidade associa a tarifa social ao Apoio Social Extraordinário ao Consumidor de Energia (ASECE), alargando o número de beneficiários das atuais 61.129 famílias aos 500 mil agregados.
Já os restantes consumidores, noticia o semanário, vão ter de pagar mais 1,5% em 2015.
"O aumento médio das tarifas em cerca de 1,5% para os outros consumidores do mercado regulado não é uma novidade. É o que já estava previsto até 2020 para eliminar a dívida tarifária de anos", explicou a fonte governamental.
Comentando ainda eventuais ligações entre a aplicação da medida e o calendário eleitoral, a mesma fonte do ministério do Ambiente afirmou que "a medida só pode ser tomada agora porque só agora a 'troika' está convencida que depois dos cortes de 3.400 milhões nas rendas excessivas" se pode "encaminhar os novos cortes para reduzir preços aos consumidores", afastando qualquer relação com as eleições.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Dois colegas feridos em acidente de trabalho
Uma explosão num posto de transformação subterrâneo da Praça D. Filipa de Lencastre, entre o Túnel de Ceuta e o Hotel Infante Sagres, no Porto, provocou dois feridos, ambos trabalhadores da EDP, que procediam a trabalhos de manutenção naquela infra-estrutura.
Os dois feridos, um considerado grave, foram socorridos pela equipa de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital de S. João e transportados para aquela unidade de saúde. "Um ferido, do sexo masculino e com 38 anos, apresenta queimaduras em 20% do corpo, predominantemente na face e no pescoço", adianta João Marques, da assessoria de imprensa do INEM, aonde o alerta chegou às 17h43. E acrescenta: "Essa vítima teve necessidade de ser entubada e ventilada".
O outro ferido é um trabalhador de 36 anos, que sofreu queimaduras de 1.º grau ao nível da face.
A explosão terá ocorrido durante trabalhos de manutenção no posto de alta tensão, com seis metros de profundidade, onde os funcionários procediam à colocação de tubagens novas. A explosão foi sentida na praça onde, cerca de uma hora depois, persistiam o fumo e um forte cheiro a queimado.
João Noverça Trindade, gerente do restaurante Reco da Baixa, veio para a rua quando ouviu a explosão e viu dois trabalhadores sairem do posto pelo seu pé. "Um deles tinha a roupa destruída e um grande papo no tronco", contou ao PÚBLICO.
Joaquim Teixeira, chefe do Batalhão de Sapadores do Porto, explica que, quando os bombeiros chegaram ao local, os feridos já se encontravam à superfície. Os socorristas tiveram que esperar que uma equipa da EDP assegurasse que tinha cortado a corrente no local para poderem intervir. Foram utilizadas mangueiras de ventilação "para desfumar o poço" e, uma vez lá em baixo, os bombeiros encontraram "um resquício de incêndio", que extinguiram. Joaquim Teixeira considera provável que tenha ocorrido um curto-circuito quando os trabalhadores no interior do posto de transformação ligaram a corrente.
Estiveram no local quatro viaturas dos Sapadores do Porto e um total de 17 homens.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Sindel assinou aumento da comparticipação Mútua para 30%
Segundo e-mail que recebemos o Sindel já se comprometeu com o aumento da nossa comparticipação na Mútua - Sã Vida para 30%. Aumento para quase o triplo. Para uma empresa que apresentou DOIS MILHÕES DE LUCROS e distribui UM MILHÃO aos accionistas.
Ou seja: OS ACCIONISTAS DA EDP ANDAM A LUCRAR COM A NOSSA SAÚDE - E NÓS AINDA VAMOS PAGAR MAIS ???!!!
Ou seja: OS ACCIONISTAS DA EDP ANDAM A LUCRAR COM A NOSSA SAÚDE - E NÓS AINDA VAMOS PAGAR MAIS ???!!!
domingo, 20 de abril de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
Negociações ACT comunicado Fiequimetal
Com a negociação na reta final, Fiequimetal não aceitará um ACT que integre as normas gravosas do Código do Trabalho!
Na reunião de negociações do ACT/EDP, inicialmente prevista para o dia 9 de abril e que a pedido da CN/EDP só se realizou hoje, 14/02/2014. A CNS/Fiequimetal, depois de debater em plenários com os trabalhadores as matérias em negociação, deu acordo de princípio às seguintes cláusulas:
Cláusula 21ª. - Período normal e horários de trabalho; Clª. 23ª. - Horário flexível; Clª. 30ª. - Registo dos tempos de trabalho; Clª. 63ª. - Feriados; Clª. 66ª. - Duração das férias; Clª. 117ª. - Incapacidade permanente absoluta para todo e qualquer trabalho; e Clª. 118ª. - Reforma antecipada e pré-reforma.
Empenhada desde a primeira hora em defender os direitos dos trabalhadores inscritos no atual ACT/EDP, a CNS/Fiequimetal tudo tem feito para cumprir esse objetivo fundamental participando ativamente nas negociações em curso, das dificuldades que tal intento comporta.
Com o aproximar do fecho do processo negocial, o contributo da Fiequimetal nesta negociação tem sido orientado no respeito pelas decisões recolhidas junto dos trabalhadores nas diversas abordagens efetuadas nos locais de trabalho, em plenários e outras formas de contacto, que assentam na manutenção dos direitos.
Tal compromisso foi transmitido durante esta sessão à Empresa, em que sublinhamos, expressamente, rejeitar qualquer compromisso que possa integrar no futuro ACT as matérias gravosos do Código do Trabalho, situação que, sem qualquer surpresa, sabemos não preocupar algumas representações em negociação.
Os trabalhadores da EDP devem continuar a luta pelos direitos, participando nas comemorações do 25 de abril e do 1.º de maio que decorrem no País!
Com o aproximar destas datas de referência, a CNS/Fiequimetal convoca todos os trabalhadores da EDP a participarem nas comemorações dos 40 anos do 25 de abril/Dia da Liberdade e do 1º. de maio/Dia Mundial do Trabalhador, organizadas um pouco por todo o país pela CGTP-Intersindical Nacional, como mais uma forma de defenderam os direitos da contratação coletiva agora em negociação, novas soluções e um novo rumo para o País.
A próxima reunião negocial está marcada para o dia 30 de abril/2014.
Lisboa, 14.04.2014
A CNS/FIEQUIMETAL
Na reunião de negociações do ACT/EDP, inicialmente prevista para o dia 9 de abril e que a pedido da CN/EDP só se realizou hoje, 14/02/2014. A CNS/Fiequimetal, depois de debater em plenários com os trabalhadores as matérias em negociação, deu acordo de princípio às seguintes cláusulas:
Cláusula 21ª. - Período normal e horários de trabalho; Clª. 23ª. - Horário flexível; Clª. 30ª. - Registo dos tempos de trabalho; Clª. 63ª. - Feriados; Clª. 66ª. - Duração das férias; Clª. 117ª. - Incapacidade permanente absoluta para todo e qualquer trabalho; e Clª. 118ª. - Reforma antecipada e pré-reforma.
Empenhada desde a primeira hora em defender os direitos dos trabalhadores inscritos no atual ACT/EDP, a CNS/Fiequimetal tudo tem feito para cumprir esse objetivo fundamental participando ativamente nas negociações em curso, das dificuldades que tal intento comporta.
Com o aproximar do fecho do processo negocial, o contributo da Fiequimetal nesta negociação tem sido orientado no respeito pelas decisões recolhidas junto dos trabalhadores nas diversas abordagens efetuadas nos locais de trabalho, em plenários e outras formas de contacto, que assentam na manutenção dos direitos.
Tal compromisso foi transmitido durante esta sessão à Empresa, em que sublinhamos, expressamente, rejeitar qualquer compromisso que possa integrar no futuro ACT as matérias gravosos do Código do Trabalho, situação que, sem qualquer surpresa, sabemos não preocupar algumas representações em negociação.
Os trabalhadores da EDP devem continuar a luta pelos direitos, participando nas comemorações do 25 de abril e do 1.º de maio que decorrem no País!
Com o aproximar destas datas de referência, a CNS/Fiequimetal convoca todos os trabalhadores da EDP a participarem nas comemorações dos 40 anos do 25 de abril/Dia da Liberdade e do 1º. de maio/Dia Mundial do Trabalhador, organizadas um pouco por todo o país pela CGTP-Intersindical Nacional, como mais uma forma de defenderam os direitos da contratação coletiva agora em negociação, novas soluções e um novo rumo para o País.
A próxima reunião negocial está marcada para o dia 30 de abril/2014.
Lisboa, 14.04.2014
A CNS/FIEQUIMETAL
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Governo pondera reduzir ainda mais preços da energia a particulares e empresas
O ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia referiu que esta "é matéria que está a ser trabalhada e que não tem nenhum tipo de relacionamento com o memorando de entendimento, uma vez que a trajetória de eliminação de dívida tarifária está assegurada".
Moreira da Silva lembrou que "foram feitos cortes de 3.400 milhões de euros durante estes anos, e até 2020, o que permitiu assegurar uma trajetória sustentável de eliminação da dívida tarifária", evitando que "os cidadãos não tivessem de enfrentar aumentos nas tarifas na ordem dos 50% e que esses aumentos se situassem em 1,5% mais inflação".
O ministro garantiu ainda que "o Governo cumpriu aquilo que estava previsto no memorando de entendimento em relação à sustentabilidade do setor elétrico" e que a trajetória de eliminação da dívida tarifária está assegurada.
Moreira da Silva esteve hoje presente no briefing semanal para apresentar o novo diploma do Governo relativo à mobilidade elétrica.
O Conselho de Ministros aprovou esta manhã o regime jurídico da mobilidade elétrica, aplicável à organização, acesso e exercício das atividades relativas à mobilidade elétrica, bem como as regras que regulam a rede [de mobilidade elétrica].
Com o intuito de fomentar a utilização de veículos elétricos, passarão a ser disponibilizados pontos de carregamento em espaços privados, designadamente, domésticos e condomínios.
SMS// ATR"
Notícia LUSA
Plano da REN para a rede eléctrica leva “cartão vermelho” da ERSE
"Regulador da energia recomenda à REN que reformule o seu plano para a electricidade, que prevê investimentos de 1.065 milhões de euros até 2018, tendo a ERSE concluído que o agravamento que o plano provocará nas tarifas dos consumidores portugueses “não se justifica” e que a proposta da REN “carece de informação” detalhada.
Notícia http://www.jornaldenegocios.pt/
A ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos teceu um extenso rol de críticas ao plano da REN – Redes Energéticas Nacionais para o sector eléctrico, que contempla investimentos de 1.065 milhões de euros nos próximos cinco anos, com o regulador a considerar que o agravamento tarifário perspectivado “não se justifica”.
Após ter sido colocado em consulta pública no início de Fevereiro, o Plano de Desenvolvimento e Investimento da Rede de Transporte de Electricidade (PDIRT-E) foi apreciado pela ERSE, que acaba de publicar o seu parecer, onde recomenda que a REN reformule o plano, antes de enviar à Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e ao Governo a sua versão final.
A ERSE está essencialmente preocupada com o impacto tarifário que terão os investimentos previstos pela REN, mas no seu parecer é também notória a insatisfação do regulador com os elementos apresentados pela empresa que gere as infra-estruturas de transporte de electricidade e gás natural em Portugal.
Se os investimentos previstos pela REN forem em frente, estima a ERSE, os consumidores sofrerão um agravamento das tarifas de acesso à rede de 3,3% ao ano, até 2018, que se deverão traduzir num impacto nos preços finais de 1,7% ao ano. O regulador estima que o impacto nos preços finais seja de 1,9% na alta tensão, de 2,2% na média tensão e de 1,4% na baixa tensão (onde se enquadra o consumo doméstico).
“Considera-se que o agravamento perspectivado nas tarifas não se justifica face à contracção do consumo ocorrido nos últimos anos, à excelente qualidade de serviço e à inexistência de constrangimentos estruturais da RNT [rede nacional de transporte]”, conclui a ERSE.
A proposta [do plano da REN] não apresenta qualquer informação quanto aos projectos (ou blocos de projectos) de investimento previstos entrarem em exploração nos últimos cinco anos do PDIRT [2019-2023], facto que não parece ser razoável.
Parecer da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos
A ERSE lamenta a falta de outras opções de investimento por parte da REN, sublinhando que a empresa “deveria apresentar as alternativas estudadas, bem como a quantificação dos custos e dos benefícios e as análises técnicas, que sustentaram a tomada de decisão e resultaram nos diferentes projectos”.
O regulador critica ainda a falta de informação detalhada sobre cada projecto considerado no pacote de investimentos da REN. “Constata-se que a proposta de PDIRT-E 2013 carece de informação económica quanto aos custos de cada um dos projectos (ou blocos de projectos) de investimento que a compõem”, lê-se no parecer da ERSE.
Embora o plano de investimento se centre no período que vai de 2014 a 2018, o documento produzido pela REN contempla um período mais extenso, considerando as necessidades do sistema eléctrico português previsíveis até 2023. A ERSE salienta, porém, que a proposta da REN “não apresenta qualquer informação económica quanto aos projectos (ou blocos de projectos) de investimento previstos entrarem em exploração nos últimos cinco anos do PDIRT, facto que não parece ser razoável”.
O mesmo documento nota que a REN “deverá centrar a reformulação da proposta de PDIRT-E 2013 na apresentação dos projectos de investimento cuja entrada em exploração se possa demonstrar ter de, obrigatoriamente, ocorrer até 2016, acompanhados da informação sobre custos e benefícios, da clarificação dos seus méritos face às alternativas e da pertinência da calendarização”.
Plano tem pressupostos macroeconómicos "desajustados" e apresentação "minimalista"
Entre os diversos reparos feitos pela ERSE ao documento proposto pela REN, estão a metodologia e os pressupostos usados pela empresa agora presidida por Rui Vilar. O regulador diz que "é possível concluir que este documento assenta em pressupostos macroeconómicos, de um modo geral, desajustados face aos dados disponibilizados recentemente". Segundo a ERSE, o plano da REN socorreu-se de pressupostos de crescimento da economia mais optimistas do que as últimas previsões publicadas pelo FMI. Por outro lado, o regulador nota que nas previsões da REN para a ponta de carga do sistema eléctrico "a metodologia de previsão adoptada é apenas sucintamente descrita, sem se elucidarem os tratamentos de dados realizados, as variáveis explicativas identificadas ou outros procedimentos adoptados". Deste modo, lê-se no parecer, "a ERSE considera que a apresentação apenas do resultado da aplicação de uma metodologia é minimalista e que poderiam ter sido fornecidos os dados necessários à aplicação da mesma ou, alternativamente, dados intercalares de forma a explicitar o exercício realizado"."
sábado, 5 de abril de 2014
EDP vai congelar salários dos gestores
Que pena, ainda há pouco Catroga lamentava-se se não fosse estes ordenaditos a reforma era fraca... Cá para nós, "raia miúda" ainda recebemos menos do que há dois anos...
Notícia do site notícias ao minuto:
"A EDP vai, este ano, congelar os salários dos gestores, em consequência das “dificuldades” que o país atravessa, segundo o Diário Económico. O assunto vai ser discutido na assembleia-geral marcada para maio.
Notícia do site notícias ao minuto:
"A EDP vai, este ano, congelar os salários dos gestores, em consequência das “dificuldades” que o país atravessa, segundo o Diário Económico. O assunto vai ser discutido na assembleia-geral marcada para maio.
“As dificuldades que o país ainda atravessa e os desafios que tem pela frente no processo de saída do resgaste em que se encontra, implicam a manutenção do quadro remuneratório em vigor", dá conta uma declaração da comissão de vencimentos da EDP, a que o Diário Económico teve acesso.De acordo com a publicação, os salários dos membros do conselho de administração executivo vão ver os seus salários congelados este ano.
Em causa está uma alteração no pagamento do prémio plurianual, que passará a ser entregue apenas no final de cada triénio. O assunto será debatido na assembleia-geral da EDP, em maio.
O presidente executivo da empresa, António Mexia, aufere de uma remuneração anual de 600 mil euros, enquanto o presidente do conselho de administração executivo, Eduardo Catroga, recebe 490 mil euros por ano."
terça-feira, 1 de abril de 2014
Iberdrola continua a sair da EDP
Site jornal Expresso
"Lisboa, 01 abr (Lusa) - A EDP anunciou hoje que a espanhola Iberdrola Energia reduziu a sua posição na elétrica portuguesa, de 2,90% para 1,58% do capital social.
Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP - Energias de Portugal adianta que a 31 de março a Iberdrola comunicou à empresa portuguesa "a venda, fora do mercado, de 45.892.848 ações correspondentes a 1,26% do capital social" da elétrica.
"Na presente data e após as vendas realizadas desde a última comunicação ao mercado no passado dia 12 de fevereiro (considerando a liquidação de derivados de venda sobre ações da EDP e a venda atrás mencionada), a Iberdrola passou a deter 57.707.716 ações, representativas de 1,58% do capital social da EDP e dos respetivos direitos de voto", adianta."
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/iberdrola-reduz-posicao-na-edp-para-158=f863628#ixzz2xfcg7JNE
domingo, 30 de março de 2014
EDP paga milhares a ex-governantes
Enquanto no call center há quem ganhe menos de 4 euros à hora...
Notícia Correio da Manhã
"Sete ex-governantes, todos das áreas do PSD, PS e CDS, ganharam, em 2013, mais de 812 mil euros como membros do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, órgão de aconselhamento da elétrica liderada por António Mexia, também ele ex-ministro. Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças e presidente daquele órgão, obteve a remuneração anual mais elevada: 490 500 euros. Ou seja: em 14 meses, Catroga ganhou mais de 35 mil euros por mês. No grupo de sete ex-governantes, há seis ex-ministros e um ex-secretário de Estado. Do PSD, são, além de Catroga, os ex-ministros Jorge Braga de Macedo (Finanças, 1991-1993) e Luís Filipe Pereira (Saúde, 2002-2005). Do PS, são os ex-ministros Rui Pena (Defesa, em 2001 e 2002) e Augusto Mateus (Economia, 1996-1997). Do CDS-PP, Celeste Cardona (Justiça, de 2002 a 2004). Paulo Teixeira Pinto é o ex-secretário de Estado. Deste grupo, Celeste Cardona recebeu a segunda remuneração anual mais elevada: 69 999 euros. Em 14 meses, são quase cinco mil euros por mês. Os restantes ex-governantes ganharam de 33 927 a 57 mil euros por ano."
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/edp--paga-milhares--a-ex-governantes
Notícia Correio da Manhã
"Sete ex-governantes, todos das áreas do PSD, PS e CDS, ganharam, em 2013, mais de 812 mil euros como membros do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, órgão de aconselhamento da elétrica liderada por António Mexia, também ele ex-ministro. Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças e presidente daquele órgão, obteve a remuneração anual mais elevada: 490 500 euros. Ou seja: em 14 meses, Catroga ganhou mais de 35 mil euros por mês. No grupo de sete ex-governantes, há seis ex-ministros e um ex-secretário de Estado. Do PSD, são, além de Catroga, os ex-ministros Jorge Braga de Macedo (Finanças, 1991-1993) e Luís Filipe Pereira (Saúde, 2002-2005). Do PS, são os ex-ministros Rui Pena (Defesa, em 2001 e 2002) e Augusto Mateus (Economia, 1996-1997). Do CDS-PP, Celeste Cardona (Justiça, de 2002 a 2004). Paulo Teixeira Pinto é o ex-secretário de Estado. Deste grupo, Celeste Cardona recebeu a segunda remuneração anual mais elevada: 69 999 euros. Em 14 meses, são quase cinco mil euros por mês. Os restantes ex-governantes ganharam de 33 927 a 57 mil euros por ano."
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/edp--paga-milhares--a-ex-governantes
segunda-feira, 24 de março de 2014
Mudança na presidência da China Three Gorges
Notícia Jornal de Negócios
" Cao Guangjing, presidente da China Three Gorges, a maior accionista da EDP, foi nomeado vice-governador da província de Hubei, devendo abandonar a direcção da empresa estatal chinesa, segundo uma comunicação interna a que agência Lusa teve acesso esta segunda-feira.
A presidência da China Three Gorges passará a ser ocupada por Lu Chun, que já tinha trabalhado com Cao Guangjing (na foto a 29 de Fevereiro de 2012 durante a assinatura do acordo entre a China Three Gorges e a Parpública sobre a privatização da EDP) na construção da Barragem das Três Gargantas do rio Yangtze, refere a mesma comunicação.
A província de Hubei, onde se encontra aquele complexo hidroeléctrico, tem cerca de o dobro da superfície de Portugal e mais de 60 milhões de habitantes.
Engenheiro civil, nascido em 1964, Cao Guangjing é também membro suplente do Comité Central do Partido Comunista Chinês (PCC).
A entrada de Cao Guangjing para a direcção do PCC ocorreu durante o XVIII Congresso do partido, em Novembro de 2012, que assinalou a ascensão ao topo do poder de uma nova geração de líderes, encabeçada pelo presidente Xi Jinping.
A China Three Gorges tornou-se a maior accionista da EDP (Energias de Portugal) em 2012, depois de ter pago 2,7 mil milhões de euros por 21,35% do capital da eléctrica portuguesa.
A participação no capital da EDP detida agora pela China Three Gorges foi comprada ao Estado português na sequência de um processo de privatização a que concorreram também duas empresas brasileiras e uma alemã.
Depois dessa operação, outra grande empresa estatal chinesa, a State Grid, comprou 25% do capital da REN e em Janeiro passado, o governo português aceitou a proposta de um consórcio privado de Xangai, o grupo Fosun, para comprar as seguradoras da Caixa Geral Depósitos."
" Cao Guangjing, presidente da China Three Gorges, a maior accionista da EDP, foi nomeado vice-governador da província de Hubei, devendo abandonar a direcção da empresa estatal chinesa, segundo uma comunicação interna a que agência Lusa teve acesso esta segunda-feira.
A presidência da China Three Gorges passará a ser ocupada por Lu Chun, que já tinha trabalhado com Cao Guangjing (na foto a 29 de Fevereiro de 2012 durante a assinatura do acordo entre a China Three Gorges e a Parpública sobre a privatização da EDP) na construção da Barragem das Três Gargantas do rio Yangtze, refere a mesma comunicação.
A província de Hubei, onde se encontra aquele complexo hidroeléctrico, tem cerca de o dobro da superfície de Portugal e mais de 60 milhões de habitantes.
Engenheiro civil, nascido em 1964, Cao Guangjing é também membro suplente do Comité Central do Partido Comunista Chinês (PCC).
A entrada de Cao Guangjing para a direcção do PCC ocorreu durante o XVIII Congresso do partido, em Novembro de 2012, que assinalou a ascensão ao topo do poder de uma nova geração de líderes, encabeçada pelo presidente Xi Jinping.
A China Three Gorges tornou-se a maior accionista da EDP (Energias de Portugal) em 2012, depois de ter pago 2,7 mil milhões de euros por 21,35% do capital da eléctrica portuguesa.
A participação no capital da EDP detida agora pela China Three Gorges foi comprada ao Estado português na sequência de um processo de privatização a que concorreram também duas empresas brasileiras e uma alemã.
Depois dessa operação, outra grande empresa estatal chinesa, a State Grid, comprou 25% do capital da REN e em Janeiro passado, o governo português aceitou a proposta de um consórcio privado de Xangai, o grupo Fosun, para comprar as seguradoras da Caixa Geral Depósitos."
quinta-feira, 20 de março de 2014
Comunicado Fiequimetal sobre ACT
" Realizou-se mais uma reunião de negociação do ACT/EDP (19/03/2014) que, segundo a Empresa, aproxima a data limite para encerramento do processo. Aflorada à Mesa a cláusula 107ª, que enquadra os direitos para os novos trabalhadores, a CNS/Fiequimetal foi surpreendida pela generalidade das posições de aceitação da mesma cláusula, por não ser inteiramente positiva, já que não atribui todos os direitos do futuro contrato aos novos trabalhadores.
Não existe fundamento verdadeiramente válido para além do economicista, já que a prática futura aprofundará as desigualdades entre trabalhadores da mesma empresa, avolumando as injustiças na repartição da riqueza criada, pelo que, a CNS/Fiequimetal continuará a desenvolver esforços que possibilitem uma maior aproximação no campo dos direitos entre gerações.
A CNS/Fiequimetal, depois de longo debate com a Empresa sobre o conteúdo do Anexo VII - Complementos dos benefícios da previdência, e limados alguns aspetos divergentes que melhoram a formulação inicial, deu acordo de princípio ao referido Anexo.
Relativamente ao ajustamento do direito à antecipação da reforma para os trabalhadores que reúnam as condições para tal, a CNS/Fiequimetal subscreveu o Protocolo que introduz as modificações geradas pela alteração da legislação relativa à idade legal de reforma.
Entendemos que o ajustamento é globalmente positivo porque apenas altera as situações de requerimento da reforma antecipada aos trabalhadores com 60 anos de idade e 36 anos de antiguidade, que passam a ser possíveis apenas aos 61 de idade e 37 de antiguidade.
Mesmo assim, e nas situações em que os trabalhadores reúnam as condições da lei para pedir a reforma por velhice aos 65 anos, mantém-se os 60 anos e os 36 de antiguidade. Para todos os trabalhadores que perfaçam 40 anos de antiguidade e com qualquer idade, mantém-se a possibilidade de poderem requerer a imediata passagem à reforma antecipada.
Face ao momento que aproxima a conclusão da negociação do novo ACT/EDP, a CNS/Fiequimetal informa os trabalhadores que os seus sindicatos vão realizar plenários em todos os locais de trabalho.
É importante que todos participem nesta última discussão sobre os mais variados temas em negociação, pois ainda é possível melhorarmos algumas matérias de maior dificuldade negocial, caso se verifique empenhamento dos trabalhadores no apoio que a CNS/Fiequimetal necessita.
Lisboa, 19.03.2014
A CNS/FIEQUIMETAL "
Não existe fundamento verdadeiramente válido para além do economicista, já que a prática futura aprofundará as desigualdades entre trabalhadores da mesma empresa, avolumando as injustiças na repartição da riqueza criada, pelo que, a CNS/Fiequimetal continuará a desenvolver esforços que possibilitem uma maior aproximação no campo dos direitos entre gerações.
A CNS/Fiequimetal, depois de longo debate com a Empresa sobre o conteúdo do Anexo VII - Complementos dos benefícios da previdência, e limados alguns aspetos divergentes que melhoram a formulação inicial, deu acordo de princípio ao referido Anexo.
Relativamente ao ajustamento do direito à antecipação da reforma para os trabalhadores que reúnam as condições para tal, a CNS/Fiequimetal subscreveu o Protocolo que introduz as modificações geradas pela alteração da legislação relativa à idade legal de reforma.
Entendemos que o ajustamento é globalmente positivo porque apenas altera as situações de requerimento da reforma antecipada aos trabalhadores com 60 anos de idade e 36 anos de antiguidade, que passam a ser possíveis apenas aos 61 de idade e 37 de antiguidade.
Mesmo assim, e nas situações em que os trabalhadores reúnam as condições da lei para pedir a reforma por velhice aos 65 anos, mantém-se os 60 anos e os 36 de antiguidade. Para todos os trabalhadores que perfaçam 40 anos de antiguidade e com qualquer idade, mantém-se a possibilidade de poderem requerer a imediata passagem à reforma antecipada.
Face ao momento que aproxima a conclusão da negociação do novo ACT/EDP, a CNS/Fiequimetal informa os trabalhadores que os seus sindicatos vão realizar plenários em todos os locais de trabalho.
É importante que todos participem nesta última discussão sobre os mais variados temas em negociação, pois ainda é possível melhorarmos algumas matérias de maior dificuldade negocial, caso se verifique empenhamento dos trabalhadores no apoio que a CNS/Fiequimetal necessita.
Lisboa, 19.03.2014
A CNS/FIEQUIMETAL "
Problemas com PSEs continuam...
Comunicado da CT da Distribuição:
" A 18 de Fevereiro passado, realizou-se em Lisboa, uma reunião entre a Comissão de Trabalhadores (CT) e o Conselho de Administração da EDP Distribuição (CA), onde foram colocados diversos assuntos:
SITUAÇÃO GERAL DA EMPRESA
A empresa informou que no momento se esta a proceder ao fecho das contas de 2013, a finalizar o Orçamento para 2014 e está em preparação o Plano de Desenvolvimento da Rede para 2015/2019.
Deu ainda conta de que foi lançado o concurso de qualificação para a Empreitada Continua em 2015.
Entrou em funcionamento em Janeiro o novo Regulamento de Qualidade de Serviço e o novo Regime Sancionatório. Informou ainda que se espera para breve a definição jurídica sobre o novo Operador Logístico.
A C.T. vai continuar a acompanhar os documentos referidos e em devido tempo dará o seu parecer.
ALGUNS RESULTADOS DE 2013
A energia distribuída em 2013, comparada com o ano anterior, baixou 1,8% tendo subido em AT e MT.
Os pontos de ligação de rede mantiveram-se ao mesmo nível, tendo sido registado uma leve descida de 0,3%.
Registaram-se, com sério prejuízo para a empresa, perdas na rede da ordem dos 10%.
O TIE foi de 109 minutos em 2013.
O indexante dos ativos desceu.
Prevê-se que o resultado liquido fique ao mesmo nível de 2012.
INVESTIMENTOS
O investimento ficou abaixo do previsto para 2013 em especial pelo atraso na colocação das Energy Box. Para 2014 espera-se um investimento na ordem dos 310 milhões de euros face aos 280 milhões executados em 2013.
Prossegue o recrutamento de novos trabalhadores através da O&M. Já se registou a entrada de 45 novos trabalhadores e seguir-se-ão mais 30. A CT está a recolher informação sobre estas contratações e solicita aos colegas que nos façam chegar dados.
A empresa informou a C.T. de um reajustamento organizativo, tendo sido criada a AO do Algarve por fusão das duas AO’s existentes naquela área. Esta evolução era expectável, a CT há mais de um ano que tinha questionado o CA sobre a matéria, e acompanha a situação com a SUB. CT da DRCS.
ALGUMAS QUESTÕES COLOCADAS PELA CT
A CT realizou uma reunião com a SUB. CT da DRCT e após um trabalho conjunto colocou várias questões ao CA, entre elas:
A recente distribuição de telemóveis poderá ter acentuado alguma diferenciação negativa entre os trabalhadores. Acresce a verificação de que houve colegas a quem foi reduzido o plafond tornando-o insuficiente para fazer face às necessidades do trabalho.
A CT voltou a abordar o problema dos sistemas informáticos, nomeadamente do DM. A conclusão que se poderá retirar é que a empresa espera que a crescente subcontratação do projeto, e outras tarefas a PSEs, retirem necessidade de uso e capacidade à rede informática.
Repetem-se, na DODT, as dificuldades dos PSE na prestação de um trabalho de qualidade. Há imensas reclamações de inclusão errada de dados SIT, não reposição de iluminação pública, casos de consumidores três dias sem energia, atrasos significativos na chegada às avarias (a que os trabalhadores dos PSEs argumentam com a proibição de passagem em autoestradas), equipas sem elementos suficientes, sem qualificação profissional e a crónica ausência ou insuficiência de equipamentos de segurança.
Estes elementos poderão justificar um ligeiro aumento dos acidentes de trabalho – que se mantem desde 2011 -, conforme registo da EDP Distribuição para Fevereiro: “8 acidentes com baixa, em serviço (6 em 2013); 6 acidentes de origem elétrica (5 em 2013); 1 acidente por queda em altura (nenhum em 2013); 63% dos acidentes (5) foram com subcontratados (33% em 2013)”.
A próxima reunião da CT com o CA está agendada para o dia 8 de Maio.
Lisboa, 20/03/2014"
" A 18 de Fevereiro passado, realizou-se em Lisboa, uma reunião entre a Comissão de Trabalhadores (CT) e o Conselho de Administração da EDP Distribuição (CA), onde foram colocados diversos assuntos:
SITUAÇÃO GERAL DA EMPRESA
A empresa informou que no momento se esta a proceder ao fecho das contas de 2013, a finalizar o Orçamento para 2014 e está em preparação o Plano de Desenvolvimento da Rede para 2015/2019.
Deu ainda conta de que foi lançado o concurso de qualificação para a Empreitada Continua em 2015.
Entrou em funcionamento em Janeiro o novo Regulamento de Qualidade de Serviço e o novo Regime Sancionatório. Informou ainda que se espera para breve a definição jurídica sobre o novo Operador Logístico.
A C.T. vai continuar a acompanhar os documentos referidos e em devido tempo dará o seu parecer.
ALGUNS RESULTADOS DE 2013
A energia distribuída em 2013, comparada com o ano anterior, baixou 1,8% tendo subido em AT e MT.
Os pontos de ligação de rede mantiveram-se ao mesmo nível, tendo sido registado uma leve descida de 0,3%.
Registaram-se, com sério prejuízo para a empresa, perdas na rede da ordem dos 10%.
O TIE foi de 109 minutos em 2013.
O indexante dos ativos desceu.
Prevê-se que o resultado liquido fique ao mesmo nível de 2012.
INVESTIMENTOS
O investimento ficou abaixo do previsto para 2013 em especial pelo atraso na colocação das Energy Box. Para 2014 espera-se um investimento na ordem dos 310 milhões de euros face aos 280 milhões executados em 2013.
Prossegue o recrutamento de novos trabalhadores através da O&M. Já se registou a entrada de 45 novos trabalhadores e seguir-se-ão mais 30. A CT está a recolher informação sobre estas contratações e solicita aos colegas que nos façam chegar dados.
A empresa informou a C.T. de um reajustamento organizativo, tendo sido criada a AO do Algarve por fusão das duas AO’s existentes naquela área. Esta evolução era expectável, a CT há mais de um ano que tinha questionado o CA sobre a matéria, e acompanha a situação com a SUB. CT da DRCS.
ALGUMAS QUESTÕES COLOCADAS PELA CT
A CT realizou uma reunião com a SUB. CT da DRCT e após um trabalho conjunto colocou várias questões ao CA, entre elas:
A recente distribuição de telemóveis poderá ter acentuado alguma diferenciação negativa entre os trabalhadores. Acresce a verificação de que houve colegas a quem foi reduzido o plafond tornando-o insuficiente para fazer face às necessidades do trabalho.
A CT voltou a abordar o problema dos sistemas informáticos, nomeadamente do DM. A conclusão que se poderá retirar é que a empresa espera que a crescente subcontratação do projeto, e outras tarefas a PSEs, retirem necessidade de uso e capacidade à rede informática.
Repetem-se, na DODT, as dificuldades dos PSE na prestação de um trabalho de qualidade. Há imensas reclamações de inclusão errada de dados SIT, não reposição de iluminação pública, casos de consumidores três dias sem energia, atrasos significativos na chegada às avarias (a que os trabalhadores dos PSEs argumentam com a proibição de passagem em autoestradas), equipas sem elementos suficientes, sem qualificação profissional e a crónica ausência ou insuficiência de equipamentos de segurança.
Estes elementos poderão justificar um ligeiro aumento dos acidentes de trabalho – que se mantem desde 2011 -, conforme registo da EDP Distribuição para Fevereiro: “8 acidentes com baixa, em serviço (6 em 2013); 6 acidentes de origem elétrica (5 em 2013); 1 acidente por queda em altura (nenhum em 2013); 63% dos acidentes (5) foram com subcontratados (33% em 2013)”.
A próxima reunião da CT com o CA está agendada para o dia 8 de Maio.
Lisboa, 20/03/2014"
Mercado livre de electricidade cresce e EDP Comercial aumenta quota
Notícia Jornal Público
"O mercado liberalizado de electricidade ganhou mais de 118 mil clientes em Fevereiro, totalizando no final do mês 2,5 milhões de consumidores, que representavam 75% do consumo total em Portugal continental, segundo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
De acordo com o resumo informativo mensal divulgado nesta quinta-feira, em Fevereiro, o número de clientes no mercado livre cresceu 4,9% em relação ao mês anterior e o consumo de electricidade em regime liberalizado aumentou cerca de 1,8% no mesmo período.
Desde Fevereiro de 2013, o número de consumidores no mercado livre praticamente duplicou, a uma taxa média mensal de cerca de 4,8%; enquanto o consumo aumentou 18%, o que corresponde a uma taxa mensal de 1,4%.
Mais de metade do consumo doméstico (54%) ainda decorre em mercado regulado, apesar da transferência para o mercado livre ter acelerado desde o final de 2012, como refere o boletim do regulador do mercado.
No mês de Fevereiro foram ainda registadas mais de 9.000 mudanças de carteira entre comercializadores de mercado livre, sendo a maior parte empreendida nos segmentos de menor consumo (residencial e pequenos negócios).
A EDP Comercial reforçou a sua posição como o principal operador no mercado livre em número de clientes, tendo cerca de 85% do total, e em consumos, com cerca de 45% dos fornecimentos no mercado livre.
Entre Janeiro e Fevereiro, apenas a EDP Comercial aumentou a sua quota de mercado, enquanto a Endesa (6,4%) e a Iberdrola (2,8%) reduziram a sua quota.
O processo de liberalização do mercado retalhista de energia eléctrica está em período de transição, com a liberalização plena a ocorrer no final de 2015."
"O mercado liberalizado de electricidade ganhou mais de 118 mil clientes em Fevereiro, totalizando no final do mês 2,5 milhões de consumidores, que representavam 75% do consumo total em Portugal continental, segundo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
De acordo com o resumo informativo mensal divulgado nesta quinta-feira, em Fevereiro, o número de clientes no mercado livre cresceu 4,9% em relação ao mês anterior e o consumo de electricidade em regime liberalizado aumentou cerca de 1,8% no mesmo período.
Desde Fevereiro de 2013, o número de consumidores no mercado livre praticamente duplicou, a uma taxa média mensal de cerca de 4,8%; enquanto o consumo aumentou 18%, o que corresponde a uma taxa mensal de 1,4%.
Mais de metade do consumo doméstico (54%) ainda decorre em mercado regulado, apesar da transferência para o mercado livre ter acelerado desde o final de 2012, como refere o boletim do regulador do mercado.
No mês de Fevereiro foram ainda registadas mais de 9.000 mudanças de carteira entre comercializadores de mercado livre, sendo a maior parte empreendida nos segmentos de menor consumo (residencial e pequenos negócios).
A EDP Comercial reforçou a sua posição como o principal operador no mercado livre em número de clientes, tendo cerca de 85% do total, e em consumos, com cerca de 45% dos fornecimentos no mercado livre.
Entre Janeiro e Fevereiro, apenas a EDP Comercial aumentou a sua quota de mercado, enquanto a Endesa (6,4%) e a Iberdrola (2,8%) reduziram a sua quota.
O processo de liberalização do mercado retalhista de energia eléctrica está em período de transição, com a liberalização plena a ocorrer no final de 2015."
terça-feira, 18 de março de 2014
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