quinta-feira, 24 de março de 2016
Tabela em 1,1%
Na reunião de ontem a CN da EDP chegou a 1,1%. Os sindicatos estão entre 1,5 e 1,7%. Publicamos cartoon que nos enviaram.
segunda-feira, 21 de março de 2016
Negociações da Tabela Salarial: para uns tostões para outros milhões
As negociações para a tabela mantêm-se nuns minúsculos 0,75%.
Em contrapartida surgem notícias como esta do jornal Expresso:
" Quase 400 mil euros de dividendos por dia nos cofres do Estado chinês tornam a EDP um ativo interessante para o regime comunista. Tão interessante que no final de 2015, discretamente, o Estado chinês investiu mais de 110 milhões de euros em ações da empresa.
A EDP está a revelar-se um ativo cada vez mais apetecível para o Estado chinês. No final de 2015 a República Popular da China, através do grupo estatal Guoxin, voltou a comprar ações da elétrica portuguesa, depois de no início de novembro ter comunicado ao mercado a aquisição de uma posição de 2% na companhia presidida por António Mexia.
O relatório e contas anual da EDP, publicado na íntegra na semana passada, revelou a estrutura acionista detalhada do grupo à data de 31 de dezembro de 2015, ficando a saber-se que os chineses da Guoxin International Investment terminaram o ano com 3,02% da EDP. A 12 de novembro a posição comunicada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) era de 2%."
Em contrapartida surgem notícias como esta do jornal Expresso:
" Quase 400 mil euros de dividendos por dia nos cofres do Estado chinês tornam a EDP um ativo interessante para o regime comunista. Tão interessante que no final de 2015, discretamente, o Estado chinês investiu mais de 110 milhões de euros em ações da empresa.
A EDP está a revelar-se um ativo cada vez mais apetecível para o Estado chinês. No final de 2015 a República Popular da China, através do grupo estatal Guoxin, voltou a comprar ações da elétrica portuguesa, depois de no início de novembro ter comunicado ao mercado a aquisição de uma posição de 2% na companhia presidida por António Mexia.
O relatório e contas anual da EDP, publicado na íntegra na semana passada, revelou a estrutura acionista detalhada do grupo à data de 31 de dezembro de 2015, ficando a saber-se que os chineses da Guoxin International Investment terminaram o ano com 3,02% da EDP. A 12 de novembro a posição comunicada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) era de 2%."
quarta-feira, 16 de março de 2016
Teto de vencimentos de António Mexia passa de 1,9 para 2,5 milhões de euros por ano
O Expresso anuncia hoje que " A comissão de vencimentos da EDP, presidida pelo administrador chinês Yang Ya, acaba de propor uma alteração à política de remunerações do grupo que aumenta o teto de vencimentos de António Mexia de 1,9 para 2,5 milhões de euros por ano"
Quando a empresa não quer subir os salários mais de 0,6% e milhares de precários subcontratados ganham salários miseráveis isto é revoltante!
O referido artigo diz ainda:
"A política de remunerações da EDP vai mudar e ser mais generosa para com o conselho de administração executivo. O limite anual de remunerações do presidente executivo, António Mexia, irá subir dos 1,9 milhões de euros hoje em vigor para 2,5 milhões de euros. Mas os critérios de avaliação do desempenho dos gestores serão diferentes dos atuais.
O aumento consta da proposta que a comissão de vencimentos da EDP irá submeter à apreciação da assembleia geral de acionistas que a elétrica realizará a 19 de abril. Uma proposta que é assinada por Yang Ya, um dos representantes da China Three Gorges (CTG), maior acionista da EDP, com 21,35% do capital.
O vencimento fixo anual de António Mexia, pelo menos até 2017 (termo do seu atual mandato), passará a ser de 800 mil euros em termos brutos, um valor acima dos 600 mil euros de valor fixo anual que está em vigor. A comissão de vencimentos explica que tal valor "posiciona essa componente remuneratória abaixo da média", após um estudo comparativo com outras empresas do sector.
Já o administrador financeiro da EDP (Nuno Alves) e o presidente executivo da EDP Renováveis (João Manso Neto) passarão a ter uma remuneração fixa anual, em termos brutos, de 560 mil euros cada, sendo que a remuneração máxima total destes dois gestores, incluindo prémios, poderá ascender, no seu conjunto, a 3,6 milhões de euros.
Globalmente, os encargos que a comissão de vencimentos propõe como valor máximo de remunerações anuais para o conselho de administração executivo serão de 13,9 milhões de euros, acima do teto de 11,2 milhões de euros da política remuneratória em vigor na EDP.
Há também mudanças nos critérios que vão condicionar a atribuição da componente variável da remuneração de António Mexia e restantes gestores. A nova política remuneratória atribui uma ponderação de 25% ao retorno acionista da EDP face aos índices bolsistas Eurostoxx Utilites e PSI20 (até agora a importância desse critério era de 19%).
Passa a haver também uma ponderação de 20% do indicador "resultado líquido por ação", que até agora não entrava na equação. E o rácio de endividamento face ao EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) contará 15% para a avaliação dos gestores da EDP. Atualmente o endividamento não tinha qualquer peso na ponderação dos prémios dos administradores.
Por outro lado, fatores como o crescimento do EBITDA, o crescimento do lucro e o crescimento da margem bruta da EDP deixam de ser relevantes, por si só, para a avaliação dos prémios a que os gestores terão direito."
Quando a empresa não quer subir os salários mais de 0,6% e milhares de precários subcontratados ganham salários miseráveis isto é revoltante!
O referido artigo diz ainda:
"A política de remunerações da EDP vai mudar e ser mais generosa para com o conselho de administração executivo. O limite anual de remunerações do presidente executivo, António Mexia, irá subir dos 1,9 milhões de euros hoje em vigor para 2,5 milhões de euros. Mas os critérios de avaliação do desempenho dos gestores serão diferentes dos atuais.
O aumento consta da proposta que a comissão de vencimentos da EDP irá submeter à apreciação da assembleia geral de acionistas que a elétrica realizará a 19 de abril. Uma proposta que é assinada por Yang Ya, um dos representantes da China Three Gorges (CTG), maior acionista da EDP, com 21,35% do capital.
O vencimento fixo anual de António Mexia, pelo menos até 2017 (termo do seu atual mandato), passará a ser de 800 mil euros em termos brutos, um valor acima dos 600 mil euros de valor fixo anual que está em vigor. A comissão de vencimentos explica que tal valor "posiciona essa componente remuneratória abaixo da média", após um estudo comparativo com outras empresas do sector.
Já o administrador financeiro da EDP (Nuno Alves) e o presidente executivo da EDP Renováveis (João Manso Neto) passarão a ter uma remuneração fixa anual, em termos brutos, de 560 mil euros cada, sendo que a remuneração máxima total destes dois gestores, incluindo prémios, poderá ascender, no seu conjunto, a 3,6 milhões de euros.
Globalmente, os encargos que a comissão de vencimentos propõe como valor máximo de remunerações anuais para o conselho de administração executivo serão de 13,9 milhões de euros, acima do teto de 11,2 milhões de euros da política remuneratória em vigor na EDP.
Há também mudanças nos critérios que vão condicionar a atribuição da componente variável da remuneração de António Mexia e restantes gestores. A nova política remuneratória atribui uma ponderação de 25% ao retorno acionista da EDP face aos índices bolsistas Eurostoxx Utilites e PSI20 (até agora a importância desse critério era de 19%).
Passa a haver também uma ponderação de 20% do indicador "resultado líquido por ação", que até agora não entrava na equação. E o rácio de endividamento face ao EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) contará 15% para a avaliação dos gestores da EDP. Atualmente o endividamento não tinha qualquer peso na ponderação dos prémios dos administradores.
Por outro lado, fatores como o crescimento do EBITDA, o crescimento do lucro e o crescimento da margem bruta da EDP deixam de ser relevantes, por si só, para a avaliação dos prémios a que os gestores terão direito."
sexta-feira, 11 de março de 2016
Erro na data do video anterior
Fomos alertados por vários leitores que a data do vídeo postado anteriormente é de 2013. Reconhecemos o nosso equívoco. Ouvidos os editores decidimos manter o post tal como está, apesar de inexacto e não escondemos a incorreção até porque não foi propositada, fomos induzidos pelo e-mail que recebemos e não foi uma matreirice. O fundo do problema mantêm-se: existem pessoas com salários milionários enquanto a administração não passa de uma proposta de aumento de 0,6%.
Nós queremos ter salário e horário de Catroga
É um escândalo que no momento em que se desenrolam negociações salariais, em que a administração da EDP não quer passar de 0,6% venha Eduardo Catroga - que usufrui um salário milionário - fazer estas declarações. É caso para dizer: nós queremos ter salário e horário de Catroga!
Clique aqui e veja as declarações de Catroga à SIC Notícias
Clique aqui e veja as declarações de Catroga à SIC Notícias
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Reunião da tabela salarial adiada
Informação dos sindicatos:
"A EDP informou os parceiros sociais que não tinha condições para realizar hoje a reunião da negociação da tabela salarial para 2016, conforme programado, adiando a mesma para a próxima quarta-feira, dia 24 de fevereiro."
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Comunicado Sindel sobre tabela salarial
"Na reunião de hoje a EDP passou a sua proposta de 0,2% para 0,35%, fazendo ao mesmo tempo, o desafio
aos Sindicatos para alterarem as suas propostas no sentido do processo se poder finalmente iniciar.
O SINDEL respondeu ao desafio da EDP, manifestou os mesmos propósitos (início efetivo do processo) e alterou a sua posição para 3,1%.
A EDP em vez de dar a dinâmica negocial expectável, alterou então a sua proposta para 0,4% e com esta posição o que parecia que ia finalmente andar, parou!
O SINDEL chamou a atenção dos representantes da EDP para o facto de assim, o processo negocial voltar às premissas iniciais e, como tal, antevermos um arrastar do processo que não beneficia nem os trabalhadores nem a EDP.
Esperamos que na próxima reunião, a EDP traga para a mesa, os números que permitam o arranque decisivo para o desenrolar do processo negocial e o caminhar para um acordo desejável para todos!"
O SINDEL respondeu ao desafio da EDP, manifestou os mesmos propósitos (início efetivo do processo) e alterou a sua posição para 3,1%.
A EDP em vez de dar a dinâmica negocial expectável, alterou então a sua proposta para 0,4% e com esta posição o que parecia que ia finalmente andar, parou!
O SINDEL chamou a atenção dos representantes da EDP para o facto de assim, o processo negocial voltar às premissas iniciais e, como tal, antevermos um arrastar do processo que não beneficia nem os trabalhadores nem a EDP.
Esperamos que na próxima reunião, a EDP traga para a mesa, os números que permitam o arranque decisivo para o desenrolar do processo negocial e o caminhar para um acordo desejável para todos!"
Comunicado Fiequimetal sobre tabela salarial
"A Comissão Negociadora Sindical liderada pela Fiequimetal acusou a EDP de estar a negociar a passo de tartaruga, reafirmou a sua proposta de aumento real dos salários e declarou esperar que na próxima reunião, dia 17, a empresa ultrapasse de forma inequívoca os 0,4 por cento que colocou na mesa após um intervalo, na reunião de dia 10. Nesse caso, terá certamente uma contraproposta justa da CNS/Fiequimetal.
No início da terceira sessão de negociação da tabela salarial para 2016, a vigorar nas empresas do Grupo EDP, a representação patronal mudou a sua posição negocial para 0,35 por cento.
Em resposta, a CNS/Fiequimetal considerou que a proposta não introduziu um valor suficientemente significativo e recusou proceder a uma reformulação, exortando a comissão negociadora da EDP a apresentar um valor significativo, que permita uma negociação real.
A EDP, como se salienta na informação sindical difundida para os locais de trabalho, deveria fazer reflectir parte dos esperados lucros (a 30 de Setembro, os resultados líquidos consolidados eram de cerca de 976 milhões de euros) nos salários dos trabalhadores.
Os trabalhadores têm o direito de exigir uma real melhoria dos seus salários, de exigir que deixem de ser considerados um custo de produção para serem valorizados como um investimento para o crescimento.
A EDP não pode continuar a querer ser classificada nos primeiros lugares dos índices de sustentabilidade e de ética e, ao mesmo tempo, desconsiderar desta forma os seus trabalhadores em favorecimento aos seus principais accionistas".
No início da terceira sessão de negociação da tabela salarial para 2016, a vigorar nas empresas do Grupo EDP, a representação patronal mudou a sua posição negocial para 0,35 por cento.
Em resposta, a CNS/Fiequimetal considerou que a proposta não introduziu um valor suficientemente significativo e recusou proceder a uma reformulação, exortando a comissão negociadora da EDP a apresentar um valor significativo, que permita uma negociação real.
A EDP, como se salienta na informação sindical difundida para os locais de trabalho, deveria fazer reflectir parte dos esperados lucros (a 30 de Setembro, os resultados líquidos consolidados eram de cerca de 976 milhões de euros) nos salários dos trabalhadores.
Os trabalhadores têm o direito de exigir uma real melhoria dos seus salários, de exigir que deixem de ser considerados um custo de produção para serem valorizados como um investimento para o crescimento.
A EDP não pode continuar a querer ser classificada nos primeiros lugares dos índices de sustentabilidade e de ética e, ao mesmo tempo, desconsiderar desta forma os seus trabalhadores em favorecimento aos seus principais accionistas".
Todas as listas a todas as Comissões de Segurança no site da EDP
A informação de todas as listas encontram-se em link interno no portal do grupo EDP, seção de notícias, com data de 03 fev 2016.
Todas os nomes de todas candidaturas à eleição dos Representantes dos Trabalhadores para a Segurança e a Saúde no Trabalho estão aí afixadas.
Todas os nomes de todas candidaturas à eleição dos Representantes dos Trabalhadores para a Segurança e a Saúde no Trabalho estão aí afixadas.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Eleições para a Comissão de Segurança na Distribuição: listas candidatas.
Eleições para a Comissão de Segurança:
Chegaram-nos os seguintes materiais das listas candidatas à Distribuição:
Lista A apoiada pela Fiequimetal:
Lista B apoiada pelo Sindel:
Lista apoiada pela ASOSI:
Chegaram-nos os seguintes materiais das listas candidatas à Distribuição:
Lista A apoiada pela Fiequimetal:
Lista B apoiada pelo Sindel:
Lista apoiada pela ASOSI:
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Tabela salarial, comunicados dos sindicatos.
Comunicados chegados ao nosso e-mail.
"Realizou-se hoje, 3 de Fevereiro’2016, a segunda sessão de negociação da tabela salarial para 2016, para aplicação ao Grupo EDP.
No início da reunião a CN/EDP questionou os participantes na Mesa negocial se tinham alguma evolução a apresentar.
Em resposta, a CNS/FIEQUIMETAL considerou que a proposta que a EDP tem na Mesa não reúne condições para que seja feita uma reformulação da sua parte, sem que antes a EDP altere a sua posição, que é a mesma da semana passada.
A CNS/FIEQUIMETAL considera ainda que se deve evoluir para valores que correspondam às necessidades e direitos dos trabalhadores da EDP no contexto da realidade atual, mesmo considerando o quadro de debate orçamental em curso.
A CN/EDP referiu então não ter condições para nesta reunião alterar a sua posição.
A CNS/FIEQUIMETAL exprimiu o seu desejo de que, na próxima reunião, seja possível à EDP apresentar uma postura mais presente e, assim, possibilitar uma negociação desejavelmente frutífera.
Face ao impasse verificado, a negociação continuará na próxima reunião, a ter lugar no dia 10 de fevereiro."
Comunicado da Fiequimetal, clique aqui.
Comunicado do Sinergia, clique aqui.
Comunicado do Sindel, clique aqui.
Comunicado do Sinovae, clique aqui.
À medida que recebermos mais comunicados iremos divulgando.
"Realizou-se hoje, 3 de Fevereiro’2016, a segunda sessão de negociação da tabela salarial para 2016, para aplicação ao Grupo EDP.
No início da reunião a CN/EDP questionou os participantes na Mesa negocial se tinham alguma evolução a apresentar.
Em resposta, a CNS/FIEQUIMETAL considerou que a proposta que a EDP tem na Mesa não reúne condições para que seja feita uma reformulação da sua parte, sem que antes a EDP altere a sua posição, que é a mesma da semana passada.
A CNS/FIEQUIMETAL considera ainda que se deve evoluir para valores que correspondam às necessidades e direitos dos trabalhadores da EDP no contexto da realidade atual, mesmo considerando o quadro de debate orçamental em curso.
A CN/EDP referiu então não ter condições para nesta reunião alterar a sua posição.
A CNS/FIEQUIMETAL exprimiu o seu desejo de que, na próxima reunião, seja possível à EDP apresentar uma postura mais presente e, assim, possibilitar uma negociação desejavelmente frutífera.
Face ao impasse verificado, a negociação continuará na próxima reunião, a ter lugar no dia 10 de fevereiro."
Comunicado da Fiequimetal, clique aqui.
Comunicado do Sinergia, clique aqui.
Comunicado do Sindel, clique aqui.
Comunicado do Sinovae, clique aqui.
À medida que recebermos mais comunicados iremos divulgando.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Comunicado Fiequimetal sobre tabela salarial
" Hoje, terça-feira, dia 26 de janeiro, foi dado início ao
processo de negociação da tabela salarial/2016. Lembramos que a Fiequimetal
apresentou uma proposta de 4%, em todas as rubricas de expressão pecuniária,
procurando-se, desta forma, atender às necessidades sentidas pelos
trabalhadores da Empresa de restabelecerem o seu poder de compra, seriamente
afetado nos últimos quatro anos.
A CN/EDP fez uma intervenção de contexto centrada em duas
das principais realidades, a merecerem especial atenção: na produção —
enquadramento energético mundial; baixa receita das hídricas, provocadas pela
baixa dos preços do petróleo; e a pressão regulatória e, na distribuição — a
estagnação dos consumos; renegociação das concessões; e a pressão regulatória.
No enquadramento remuneratório — em que a CN/EDP destacou os
últimos três anos — foi traçado um comparativo entre os dados da inflação e o
resultado da respetiva negociação de cada ano, que se traduziu, neste cômputo e
segundo a Empresa, num ganho acrescido dos salários dos trabalhadores.
A CNS/Fiequimetal desmontou a verdade dos ‘ganhos
salariais’, ao alargar em um ano o enquadramento remuneratório, destacando-se
nesta nova comparação que os ganhos salariais aludidos deixavam de ter a
relevância pretendida pela Empresa, aproximando-se da posição neutra.
Daí evidenciarmos a necessidade de se proceder a um aumento
significativo nos salários para 2016, compensando os trabalhadores pelo mérito
dos elevados índices de produtividade; pelo desempenho profissional competente
e dedicado; consideração pela nova realidade nacional, que reconhece a
necessidade de possibilitar maior poder de compra aos trabalhadores, de forma a
relançar a economia e o emprego.
Em resposta, a CN/EDP apresentou uma contraproposta de 0,2%
que, sendo em tudo diferente da do ano passado, mereceu da nossa parte uma
resposta positiva, pois acreditando que a empresa está mais recetiva a um
entendimento sério, fixamos a nossa posição à Mesa em 3,8%.
A empresa não teve condições para prolongar a negociação,
continuando a mesma na próxima quarta-feira, 03 de fevereiro’2016.
Energia elétrica/Benefício aos trabalhadores
Neste momento já pode ser mudado o contrato para a
EDP/Comercial, sem alteração ao benefício detido. No entanto, é um processo que
terá ainda um espaço temporal para ser feito, pelo que será, entretanto,
divulgada informação mais pormenorizada sobre o assunto, de forma a permitir
uma análise sobre as várias possibilidades/vantagens resultantes desta
passagem. Assim, alertamos os beneficiários para a necessária atenção às
informações, para obtenção dos esclarecimentos adequados. Até breve. "
Comunicado Asosi sobre tabela salarial
" Hoje dia 26 de Janeiro 2016 - Primeiro dia de negociação da tabela salarial 2016.
A CN/EDP começou por referir as habituais contrariedades que se apresentam no futuro à empresa, na área da Produção em que refere o enquadramento regulatório, energético e os ativos de geração (receita garantida) e menciona depois que na Distribuição existe a pressão, regulatória, o consumo “flat” e o final/negociação de algumas concessões importantes.
A ASOSI entende que todos estes cenários sempre se verificaram ciclicamente e têm sido muito bem geridos pela Administração, projetando o negócio em vários países e continentes para que haja equilíbrios e sustentabilidade da Companhia, o que possibilita uma boa negociação Salarial.
A somar a estas considerações temos uma inflação prevista que rondará os 1,5 % e um crescimento do PIB (Produto interno Bruto) de 2,1% anunciado pelo governo além dos estímulos à economia que dizem ter um efeito multiplicador.
Depois de a ASOSI reafirmar a sua proposta de aumento Salarial de 3% e ouvidas outras posições a CN/EDP apresentou uma magra proposta de 0,2%.
Na espectativa de haver alguma mudança a ASOSI moderou a proposta em 0,2%, mas a empresa anunciou não ter condições para refazer a sua posição nesta reunião tendo sido marcada nova reunião para a próxima quarta-feira.
Pagamento de subsídio de férias – ASOSI e outros sindicatos assinaram o protocolo com a empresa para que o Subsidio de Férias seja pago no 1o trimestre, sendo provavelmente efetuado no mesmo período do ano anterior.
Próxima reunião quarta-feira dia 03-02-2016. "
A CN/EDP começou por referir as habituais contrariedades que se apresentam no futuro à empresa, na área da Produção em que refere o enquadramento regulatório, energético e os ativos de geração (receita garantida) e menciona depois que na Distribuição existe a pressão, regulatória, o consumo “flat” e o final/negociação de algumas concessões importantes.
A ASOSI entende que todos estes cenários sempre se verificaram ciclicamente e têm sido muito bem geridos pela Administração, projetando o negócio em vários países e continentes para que haja equilíbrios e sustentabilidade da Companhia, o que possibilita uma boa negociação Salarial.
A somar a estas considerações temos uma inflação prevista que rondará os 1,5 % e um crescimento do PIB (Produto interno Bruto) de 2,1% anunciado pelo governo além dos estímulos à economia que dizem ter um efeito multiplicador.
Depois de a ASOSI reafirmar a sua proposta de aumento Salarial de 3% e ouvidas outras posições a CN/EDP apresentou uma magra proposta de 0,2%.
Na espectativa de haver alguma mudança a ASOSI moderou a proposta em 0,2%, mas a empresa anunciou não ter condições para refazer a sua posição nesta reunião tendo sido marcada nova reunião para a próxima quarta-feira.
Pagamento de subsídio de férias – ASOSI e outros sindicatos assinaram o protocolo com a empresa para que o Subsidio de Férias seja pago no 1o trimestre, sendo provavelmente efetuado no mesmo período do ano anterior.
Próxima reunião quarta-feira dia 03-02-2016. "
Comunicado Sindel sobre tabela salarial
" Iniciaram-se hoje, com a presença do Administrador para os RH do Grupo EDP, as negociações salariais de
2016.
Nesta reunião, procedeu-se a assinatura do protocolo das negociações.
A EDP afirmou estar disponível e interessada para também este ano firmar um acordo e apresentou uma proposta de 0,2%.
O SINDEL procura também esse acordo, mas espera que a EDP apresente propostas que permitam esse desfecho, o que não é o caso. Não alterámos a nossa proposta que, relembramos, é de 3,5%.
TRABALHADORES DAS LOJAS EDP
Na reunião aproveitámos para colocar mais uma vez a questão da situação laboral dos trabalhadores das Lojas EDP, pertencentes a empresas externas, mas que utilizam as instalações, os equipamentos e as fardas da EDP, sendo a imagem e o rosto da Empresa junto do público.
A Administração afirmou-nos que iria analisar a fundo esta questão e estava interessada em encontrar uma solução para resolver o assunto.
Talvez os trabalhadores da EDP não saibam, mas esses seus colegas – embora ao serviço de empresas externas, trabalham com objetivos comuns – têm vencimentos na ordem dos 390 a 490 euros ao abrigo de contratos de trabalho a tempo parcial (6 horas/dia – 30 horas semana). Foram ainda obrigados a aceitar regimes de Banco de Horas e Adaptabilidade individuais nos seus contratos de trabalho, pelo que dificilmente esses horários serão cumpridos nos termos da lei.
É a imagem da EDP que está em causa! São os direitos destes trabalhadores que estão em causa! O SINDEL vai acompanhar este caso e dar todo o apoio sindical e legal a estes trabalhadores. "
Nesta reunião, procedeu-se a assinatura do protocolo das negociações.
A EDP afirmou estar disponível e interessada para também este ano firmar um acordo e apresentou uma proposta de 0,2%.
O SINDEL procura também esse acordo, mas espera que a EDP apresente propostas que permitam esse desfecho, o que não é o caso. Não alterámos a nossa proposta que, relembramos, é de 3,5%.
TRABALHADORES DAS LOJAS EDP
Na reunião aproveitámos para colocar mais uma vez a questão da situação laboral dos trabalhadores das Lojas EDP, pertencentes a empresas externas, mas que utilizam as instalações, os equipamentos e as fardas da EDP, sendo a imagem e o rosto da Empresa junto do público.
A Administração afirmou-nos que iria analisar a fundo esta questão e estava interessada em encontrar uma solução para resolver o assunto.
Talvez os trabalhadores da EDP não saibam, mas esses seus colegas – embora ao serviço de empresas externas, trabalham com objetivos comuns – têm vencimentos na ordem dos 390 a 490 euros ao abrigo de contratos de trabalho a tempo parcial (6 horas/dia – 30 horas semana). Foram ainda obrigados a aceitar regimes de Banco de Horas e Adaptabilidade individuais nos seus contratos de trabalho, pelo que dificilmente esses horários serão cumpridos nos termos da lei.
É a imagem da EDP que está em causa! São os direitos destes trabalhadores que estão em causa! O SINDEL vai acompanhar este caso e dar todo o apoio sindical e legal a estes trabalhadores. "
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